Douglas Rushkoff

O escritor e cyber-guru Douglas Rushkoff acaba de lançar Nothing Sacred: The Truth About Judaism. O livro se empenha em comparar a religião judaica a um programa “open-source” e reconfigurá-la para o século XXI. Um trecho: “A tradição se empenha em questões como transparência, abertura a questionamentos, assimilação do estrangeiro e comprometimento com a consciência. O Judaísmo é um convite ao questionamento e à mudança. É uma tradição “open-source” – nascida a partir da revolução, comprometida com a evolução e pode passar por uma renascença a qualquer momento. Mas, ironicamente, algumas das próprias instituições criadas para proteger a religião e seu povo agora os estão sufocando”.
Entre as obras de Rushkoff figuram “Coercion – Why We Listen to What ‘They’ Say”, “Playing The Future”, “Ecstasy Club”, “Cyberia”, “Media Virus” e “Stoned Free – How to Get High Without Drugs”, toda importantes para que possamos entender melhor a sociedade atual e sua cultura do espetáculo, o mundo da Web e as inovações sociais provocadas pela tecnologia. Rushkoff é genial e já escreveu um quadrinho, Club Zer0-G, desenhado por Steph Dumais e serializado pela revista californiana BPM, voltada para música eletrônica e a cultura rave.

O escritor e cyber-guru Douglas Rushkoff acaba de lançar Nothing Sacred: The Truth About Judaism. O livro se empenha em comparar a religião judaica a um programa “open-source” e reconfigurá-la para o século XXI. Um trecho: “A tradição se empenha em questões como transparência, abertura a questionamentos, assimilação do estrangeiro e comprometimento com a consciência. O Judaísmo é um convite ao questionamento e à mudança. É uma tradição “open-source” – nascida a partir da revolução, comprometida com a evolução e pode passar por uma renascença a qualquer momento. Mas, ironicamente, algumas das próprias instituições criadas para proteger a religião e seu povo agora os estão sufocando”.
Entre as obras de Rushkoff figuram “Coercion – Why We Listen to What ‘They’ Say”, “Playing The Future”, “Ecstasy Club”, “Cyberia”, “Media Virus” e “Stoned Free – How to Get High Without Drugs”, toda importantes para que possamos entender melhor a sociedade atual e sua cultura do espetáculo, o mundo da Web e as inovações sociais provocadas pela tecnologia. Rushkoff é genial e já escreveu um quadrinho, Club Zer0-G, desenhado por Steph Dumais e serializado pela revista californiana BPM, voltada para música eletrônica e a cultura rave.

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