Brendan McCarthy

Ah, o skinhead com talidomida aí embaixo é personagem do inglês Brendan McCarthy, um dos meus artistas favoritos. McCarthy começou desenhando na revista 2000 AD e logo se destacou em séries para a revista Revolver, como Rogan Gosh (uma espécie de ficção científica esotérica ambientada em uma Índia futurista). Rogan Gosh foi editada sob a forma de uma graphic novel pelo selo americano Vertigo (e até onde eu sei é o único trabalho de McCarthy publicado nos EUA, além das capas da série Shade – the Changing Man).
Ele esteve sumido esses tempos porque estava “exilado” na Austrália, criando o storyboard e toda a direção de arte do novo Mad Max. Sim, George Miller, o diretor dos três primeiros Mad Max, voltou à série que o revelou. Os dois primeiros Mad Max são clássicos do cinema, criando e refinando um estilo que viria a ganhar infinitas imitações. Inclusive do próprio Miller, que fez uma dispensável caricatura de sua criação em Mad Max 3, aquele com a Tina Turner (eca). Mas Mad Max 4 promete. Vamos torcer para que Miller tenha recuperado o fôlego, que ele havia perdido em Mad Max 3 e no insípido As Bruxas de Eastwick.
No que depender do visual, Miller acertou completamente ao recrutar Brendan McCarthy. Um sujeito que cria imagens como esta:
Image hosted by Photobucket.com
e esta:
Image hosted by Photobucket.com
certamente tem muito a fazer pelo imaginário pós-apocalíptico do faroeste de tala larga que é Mad Max.

Ah, o skinhead com talidomida aí embaixo é personagem do inglês Brendan McCarthy, um dos meus artistas favoritos. McCarthy começou desenhando na revista 2000 AD e logo se destacou em séries para a revista Revolver, como Rogan Gosh (uma espécie de ficção científica esotérica ambientada em uma Índia futurista). Rogan Gosh foi editada sob a forma de uma graphic novel pelo selo americano Vertigo (e até onde eu sei é o único trabalho de McCarthy publicado nos EUA, além das capas da série Shade – the Changing Man).
Ele esteve sumido esses tempos porque estava “exilado” na Austrália, criando o storyboard e toda a direção de arte do novo Mad Max. Sim, George Miller, o diretor dos três primeiros Mad Max, voltou à série que o revelou. Os dois primeiros Mad Max são clássicos do cinema, criando e refinando um estilo que viria a ganhar infinitas imitações. Inclusive do próprio Miller, que fez uma dispensável caricatura de sua criação em Mad Max 3, aquele com a Tina Turner (eca). Mas Mad Max 4 promete. Vamos torcer para que Miller tenha recuperado o fôlego, que ele havia perdido em Mad Max 3 e no insípido As Bruxas de Eastwick.
No que depender do visual, Miller acertou completamente ao recrutar Brendan McCarthy. Um sujeito que cria imagens como esta:
Image hosted by Photobucket.com
e esta:
Image hosted by Photobucket.com
certamente tem muito a fazer pelo imaginário pós-apocalíptico do faroeste de tala larga que é Mad Max.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *