Chega

Declaro aqui o meu total divórcio do cinismo e da ironia “esperta”. Coisas que já fizeram sentido, mas isso antes do mundo se mostrar mais cínico e irônico do que todos os cínicos e irônicos juntos jamais puderam imaginar. A única inteligência e rebeldia possíveis no cenário atual (e considero aqui a palavra “cenário” em seu sentido mais amplo, aplicável a qualquer aspecto da vida atual) é o amor. E a arte. O resto já foi feito, dito – até demais.
Os anos 70 precisavam de John Lydon, os 80 precisavam de John Constantine, os 90 precisavam de Kurt Cobain. Os 2000 não precisam de cínicos. O cinismo é levado ao pé da letra agora, a ironia não é mais entendida e foi assimilada como comportamento desejável. O que precisamos agora é de Amélie Poulin.
Boa vontade, compreensão e amor esfregadas na cara do “sistema”.
E aí, o que estão esperando? Podem começar agora mesmo.

Declaro aqui o meu total divórcio do cinismo e da ironia “esperta”. Coisas que já fizeram sentido, mas isso antes do mundo se mostrar mais cínico e irônico do que todos os cínicos e irônicos juntos jamais puderam imaginar. A única inteligência e rebeldia possíveis no cenário atual (e considero aqui a palavra “cenário” em seu sentido mais amplo, aplicável a qualquer aspecto da vida atual) é o amor. E a arte. O resto já foi feito, dito – até demais.
Os anos 70 precisavam de John Lydon, os 80 precisavam de John Constantine, os 90 precisavam de Kurt Cobain. Os 2000 não precisam de cínicos. O cinismo é levado ao pé da letra agora, a ironia não é mais entendida e foi assimilada como comportamento desejável. O que precisamos agora é de Amélie Poulin.
Boa vontade, compreensão e amor esfregadas na cara do “sistema”.
E aí, o que estão esperando? Podem começar agora mesmo.

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