Mais Mistura, Menos Gueto

Aliás, TODOS os lugares pra dançar do Rio (com exceção da Bunker) estão virando templos gays. Pô, eu comecei a sair à noite em meados dos anos 80 (1986, pra ser exato) e naquela época, como hoje, já existiam boates gays. Mas isso era justificado porque ainda rolava muito preconceito. Tenho vários amigos gays e todos eles – lembro – sempre reclamavam dos guetos, etc. Agora, depois de tantos anos tentando acabar com os guetos, eles retornam, sei lá por quê. Não faz sentido hoje em dia, até porquê, sinto muito, mas esse papo de que música eletrônica é coisa de gay só cola aqui no Brasil. Isso não rola mais em nenhum outro lugar. Uma das idéias da house e do techno, quando surgiram, era justamente acabar com o clima “gueto gay” dos clubes, por idéia dos próprios DJs (a maioria gays). E agora, depois de tantos anos tentando acabar com a necessidade de guetos, promovendo festas que incluíssem todos os tipos de pessoas, surge uma nova geração gay que parece querer se fechar de novo em guetos. OK, façam essa merda se quiserem, mas não transformem as únicas festas decentes da cidade em guetos gays. Chega dessa babaquice, o melhor das festas é a mistura. Resumindo: assim como sempre achei ridículo antes os gays terem que se fechar em guetos para poder se divertir, vou achar ridículo agora se tentarem criar um gueto às avessas, tirando todos os heteros da história. Aliás, ser gay – e lésbica – parece estar na moda aqui no Rio. Coisa mais cafona (e aqui não vai nenhum juízo de valor ou preconceito. É que dá pra ver claramente que tem gente entrando nessa só pra mostrar como é “moderno”).
Participe você também da campanha pelo fim dos guetos e pela variedade de gêneros sócio-sexuais nas pistas de dança!!

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