Grant Morrison Exclusivo da DC

Meu escritor favorito, o escocês Grant Morrison, acaba de assinar um contrato de exclusividade com a DC Comics. O arranjo foi anunciado neste sábado, segundo dia da San Diego Comic Con, por Karen Berger, a editora-executiva do selo Vertigo. Com isso, a passagem de Morrison pelos textos da revista mensal New X-Men, da concorrente Marvel, será encurtada. Morrison permanece na revista somente até o número 154, daqui a onze meses. De acordo com Morrison, “nos números 150 e 151 acontece a destruição do Universo Marvel. E meu último número, o 154, poderá ser encarado como o fim dos X-Men, se os fãs assim o quiserem”.
Pelo contrato de exclusividade com a DC, Morrison deverá fazer vários trabalhos, tanto para o selo Vertigo como para a DC “normal”. Para a Vertigo, ele fará uma série chamada Vimanarama, desenhada por Phillip Bond, que Morrison descreveu como “uma história de amor islâmica com toques de sci-fi. A série honrará uma das maiores religiões do mundo, de uma forma que ela nunca foi honrada antes”. Para o braço não-adulto da DC, ele deverá escrever uma nova série mensal, desenhada por Frank Quitely (que, com isso, também abandona de vez seu incerto posto de artista oficial de New X-Men).
Me parecem ótimas notícias. A Marvel tem feito tanta merda e tomada tantas decisões erradas e cafonas que merece algo do tipo: perder seu principal argumentista para a concorrente, em caráter de exclusividade. O contrato durará dois anos. Esta e outras notícias bizarras, que não estou com paciência de postar no blog, me fazem crer que a Marvel corre o sério risco de tomar o caminho do dodô, ao menos como editora de revistas.

Meu escritor favorito, o escocês Grant Morrison, acaba de assinar um contrato de exclusividade com a DC Comics. O arranjo foi anunciado neste sábado, segundo dia da San Diego Comic Con, por Karen Berger, a editora-executiva do selo Vertigo. Com isso, a passagem de Morrison pelos textos da revista mensal New X-Men, da concorrente Marvel, será encurtada. Morrison permanece na revista somente até o número 154, daqui a onze meses. De acordo com Morrison, “nos números 150 e 151 acontece a destruição do Universo Marvel. E meu último número, o 154, poderá ser encarado como o fim dos X-Men, se os fãs assim o quiserem”.
Pelo contrato de exclusividade com a DC, Morrison deverá fazer vários trabalhos, tanto para o selo Vertigo como para a DC “normal”. Para a Vertigo, ele fará uma série chamada Vimanarama, desenhada por Phillip Bond, que Morrison descreveu como “uma história de amor islâmica com toques de sci-fi. A série honrará uma das maiores religiões do mundo, de uma forma que ela nunca foi honrada antes”. Para o braço não-adulto da DC, ele deverá escrever uma nova série mensal, desenhada por Frank Quitely (que, com isso, também abandona de vez seu incerto posto de artista oficial de New X-Men).
Me parecem ótimas notícias. A Marvel tem feito tanta merda e tomada tantas decisões erradas e cafonas que merece algo do tipo: perder seu principal argumentista para a concorrente, em caráter de exclusividade. O contrato durará dois anos. Esta e outras notícias bizarras, que não estou com paciência de postar no blog, me fazem crer que a Marvel corre o sério risco de tomar o caminho do dodô, ao menos como editora de revistas.

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