Metallica Paga Mico Mais Uma Vez

Metallica e Red Hot Chilli Peppers se manifestaram contra o sistema de download de músicas criado pela Apple, o i-Music. Pelo sistema (perfeitamente legal) do i-Music, o usuário paga um dólar para baixar cada música. A Apple assinou contratos com praticamente todas as grandes gravadoras para vender faixas de seus catálogos – e o lucro reverterá não só para a Apple, claro, mas também para as gravadoras e seus artistas. O que Metallica e RHCP reclamam é que isso “acabará com a importância cultural do álbum”. Ora, isso é ridículo. A importância cultural do álbum JÁ acabou. No i-Music, você pode baixar uma única faixa (por um dólar), duas faixas (dois dólares), dez faixas (dez dólares) e por aí vai. Isso é fantástico, porque burla o negócio sujo e mafioso das gravadoras, que nos empurram álbuns de baixíssima qualidade, com uma ou duas músicas que prestam, por mais de vinte dólares (e os preços em dólares refletem no NOSSO “mercado” fonográfico brasileiro e nas compras via Internet). Pelo i-Music, você pode baixar um álbum inteiro, se quiser, desde que pague um dólar por cada música (ou seja, um álbum sairá por no máximo 15 dólares).
Isso acarretará mudanças, claro. A mais importante: elimina o intermédio das grandes redes de lojas de discos que, francamente, praticam uma política de preços cretina e abusiva. O i-Music também permite que o usuário customize seus álbuns. Por exemplo, se você gosta de um álbum de determinada banda mas não suporta aquela baladinha cafona feita para tocar nas rádios FM, é só deixá-la de fora. Isso mudará o esquema todo: marketing, gravadoras, jabás das rádios, até mesmo a quantidade e tamanho das músicas de cada álbum. Mas os caras do Metallica e do RHCP não têm do que reclamar. São duas bandas no fim de sua vida útil. E mais: o Metallica, em sei lá quantos anos de carreira, nos deu duas músicas que prestam (“One” e “Enter Sandman”), enquanto o último disco decente dos Chili Peppers foi Mother’s Milk, de 1989 (14 anos atrás). Deveriam se aposentar e viver dos royalties, ao invés de reclamar como velhas magoadas.

Metallica e Red Hot Chilli Peppers se manifestaram contra o sistema de download de músicas criado pela Apple, o i-Music. Pelo sistema (perfeitamente legal) do i-Music, o usuário paga um dólar para baixar cada música. A Apple assinou contratos com praticamente todas as grandes gravadoras para vender faixas de seus catálogos – e o lucro reverterá não só para a Apple, claro, mas também para as gravadoras e seus artistas. O que Metallica e RHCP reclamam é que isso “acabará com a importância cultural do álbum”. Ora, isso é ridículo. A importância cultural do álbum JÁ acabou. No i-Music, você pode baixar uma única faixa (por um dólar), duas faixas (dois dólares), dez faixas (dez dólares) e por aí vai. Isso é fantástico, porque burla o negócio sujo e mafioso das gravadoras, que nos empurram álbuns de baixíssima qualidade, com uma ou duas músicas que prestam, por mais de vinte dólares (e os preços em dólares refletem no NOSSO “mercado” fonográfico brasileiro e nas compras via Internet). Pelo i-Music, você pode baixar um álbum inteiro, se quiser, desde que pague um dólar por cada música (ou seja, um álbum sairá por no máximo 15 dólares).
Isso acarretará mudanças, claro. A mais importante: elimina o intermédio das grandes redes de lojas de discos que, francamente, praticam uma política de preços cretina e abusiva. O i-Music também permite que o usuário customize seus álbuns. Por exemplo, se você gosta de um álbum de determinada banda mas não suporta aquela baladinha cafona feita para tocar nas rádios FM, é só deixá-la de fora. Isso mudará o esquema todo: marketing, gravadoras, jabás das rádios, até mesmo a quantidade e tamanho das músicas de cada álbum. Mas os caras do Metallica e do RHCP não têm do que reclamar. São duas bandas no fim de sua vida útil. E mais: o Metallica, em sei lá quantos anos de carreira, nos deu duas músicas que prestam (“One” e “Enter Sandman”), enquanto o último disco decente dos Chili Peppers foi Mother’s Milk, de 1989 (14 anos atrás). Deveriam se aposentar e viver dos royalties, ao invés de reclamar como velhas magoadas.

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