Show do Primal Scream

FODA.
Um dos melhores shows da minha vida. Pesado, dançante, sensacional. Para meia dúzia de gatos pingados.Parece que os manés chegaram todos tarde, para ver mesmo o Libertines (que, vou te falar, é ruim pra diabo). E, ao que parece, era mentira que tinham acabado os ingressos aqui. Acho até que sobraram muitos.
Som alto e até bem definido. Kevin Shields paradão num canto, shoegazer total. Mani alucinado e claramente feliz. E Bobby Gillespie, que é sensacional num palco.Ele pulava, se contorcia, ria de seus própios trejeitos Stones, perdia a voz, a recuperava. Foda. Praticamente o mesmo set list de São Paulo: maioria das músicas eram do Evil Heat e do XTRMNTR, com direito a uma versão sensacional de Accelerator, bateria eletrônica em Swastika Eyes e Kowalski, Movin On Up, cover de Kick Out The Jams no (único) bis (que, aliás, só rolou porque o pequeno público vaiou absurdamente a musiquinha do TIM Festival que entrava). Mas, no fim das contas, todo mundo chegou tarde só pra ver o Libertines. Fazer o quê? Melhor: só tava lá quem realmente gostava da banda.
No final da versão absurda de Kick Out the Jams, Bobbyzinho ainda joga o PEDESTAL do microfone para a platéia.
Um show fantástico e infelizmente curto (uma hora e quinze minutos), provavelmente porque o TIM Festival claramente armou essa noite pra ser dos Libertines (que, puta que pariu, são uma merda. Ê, bandinha ruim).

O mais engraçado foi ver uma meia dúzia de clubbers reclamando do Primal Scream: “Ai, tá pesado, ui”. Bundões.

Showzaço, lá no alto da minha lista ao lado dos shows do Orbital, PiL, Jesus & Mary Chain, Kraftwerk e Siouxsie & The Banshees. Melhor banda do mundo.

FODA.
Um dos melhores shows da minha vida. Pesado, dançante, sensacional. Para meia dúzia de gatos pingados.Parece que os manés chegaram todos tarde, para ver mesmo o Libertines (que, vou te falar, é ruim pra diabo). E, ao que parece, era mentira que tinham acabado os ingressos aqui. Acho até que sobraram muitos.
Som alto e até bem definido. Kevin Shields paradão num canto, shoegazer total. Mani alucinado e claramente feliz. E Bobby Gillespie, que é sensacional num palco.Ele pulava, se contorcia, ria de seus própios trejeitos Stones, perdia a voz, a recuperava. Foda. Praticamente o mesmo set list de São Paulo: maioria das músicas eram do Evil Heat e do XTRMNTR, com direito a uma versão sensacional de Accelerator, bateria eletrônica em Swastika Eyes e Kowalski, Movin On Up, cover de Kick Out The Jams no (único) bis (que, aliás, só rolou porque o pequeno público vaiou absurdamente a musiquinha do TIM Festival que entrava). Mas, no fim das contas, todo mundo chegou tarde só pra ver o Libertines. Fazer o quê? Melhor: só tava lá quem realmente gostava da banda.
No final da versão absurda de Kick Out the Jams, Bobbyzinho ainda joga o PEDESTAL do microfone para a platéia.
Um show fantástico e infelizmente curto (uma hora e quinze minutos), provavelmente porque o TIM Festival claramente armou essa noite pra ser dos Libertines (que, puta que pariu, são uma merda. Ê, bandinha ruim).

O mais engraçado foi ver uma meia dúzia de clubbers reclamando do Primal Scream: “Ai, tá pesado, ui”. Bundões.

Showzaço, lá no alto da minha lista ao lado dos shows do Orbital, PiL, Jesus & Mary Chain, Kraftwerk e Siouxsie & The Banshees. Melhor banda do mundo.

1 pensamento em “Show do Primal Scream”

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