Jack, o Estripador, Revelado?

Essa eu não vi chegando. A escritora americana Patricia Cornwell, milionária autora de livros policiais, resolveu investigar o mistério de Jack, o Estripador utilizando técnicas de DNA e chegou a uma conclusão surpreendente: o assassino é o pintor impressionista alemão Walter Sickert. Patricia expõe suas teorias no livro Retrato de Um Assassino – Jack, o Estripador – Caso Encerrado, lançado no ano passado e que chega agora ao Brasil pela Cia. das Letras.
Entre as evidências reunidas pela escritora e fundadora do Instituto de Ciência e Medicina Forense da Virginia, figuram:
1) Um teste de DNA mitocondrial numa carta enviada por Sickert, que contém o mesmo DNA das cartas que Jack enviava à polícia.
2) O domínio de técnicas de pintura demonstrado por Jack em suas cartas (e uma vez o estripador usou o mesmo pseudônimo que Sickert usava como ator: Mr. Nobody).
3) Os desenhos feitos por Sickert no livro de hóspedes da Pensão Lizard, na Cornualha, onde vivia, que batem com os desenhos que Jack fazia em suas cartas.
4) As iniciais que Sickert usava em sua correspondência, que eram grafadas muitas vezes de forma idêntica às de Jack.

Não sei ainda se isso “encerra” o caso de Jack (e, se o faz, é de maneira surpreendente), mas é interessante. Vejam aqui uma entrevista com a autora.

Essa eu não vi chegando. A escritora americana Patricia Cornwell, milionária autora de livros policiais, resolveu investigar o mistério de Jack, o Estripador utilizando técnicas de DNA e chegou a uma conclusão surpreendente: o assassino é o pintor impressionista alemão Walter Sickert. Patricia expõe suas teorias no livro Retrato de Um Assassino – Jack, o Estripador – Caso Encerrado, lançado no ano passado e que chega agora ao Brasil pela Cia. das Letras.
Entre as evidências reunidas pela escritora e fundadora do Instituto de Ciência e Medicina Forense da Virginia, figuram:
1) Um teste de DNA mitocondrial numa carta enviada por Sickert, que contém o mesmo DNA das cartas que Jack enviava à polícia.
2) O domínio de técnicas de pintura demonstrado por Jack em suas cartas (e uma vez o estripador usou o mesmo pseudônimo que Sickert usava como ator: Mr. Nobody).
3) Os desenhos feitos por Sickert no livro de hóspedes da Pensão Lizard, na Cornualha, onde vivia, que batem com os desenhos que Jack fazia em suas cartas.
4) As iniciais que Sickert usava em sua correspondência, que eram grafadas muitas vezes de forma idêntica às de Jack.

Não sei ainda se isso “encerra” o caso de Jack (e, se o faz, é de maneira surpreendente), mas é interessante. Vejam aqui uma entrevista com a autora.

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