For Christie’s Sake

Continuo no meu firme propósito de ler todos os livros de Agatha Christie na ordem cronológica. Terminei dois essa semana: Assassinato na Casa do Pastor e O Mistério de Sittaford. O primeiro é a estréia da personagem Miss Marple e é sensacional. Já havia lido quando tinha uns 15 anos (a maior parte da coleção da Agatha era da minha mãe) e não lembrava nada (felizmente). Personagens excelentes e a aldeia de St. Mary Mead é mostrada de forma sensacional.

O Mistério de Sittaford é um livro menor. Não é ruim, mas as coincidências são um tanto forçadas. Ainda assim, tem momentos ótimos. Mais uma vez chegou a vez de um livro que não tenho (A Casa do Penhasco), que começarei a procurar em sebos.

Christie nasceu no mesmo dia que eu e, assim como eu (guardadas as devidas e terríveis proporções, claro), gostava mais de pensar na idéia e plot dos livros do que de escrever propriamente (que ela chamava de “a parte chata”). Não sou tão radical, mas entendo o que ela quer dizer. Os planos são infinitamente mais divertidos que as execuções.

Mas isso tudo é pra dizer como, na minha opinião, o diálogo se tornou uma arte perdida. As pessoas falam muito mal hoje em dia. Não que devessem falar de forma pomposa (ficaria ainda pior), mas um pouco mais de “witty” não faria mal, eh, eh.

Preciso me decidir entre o anarquismo e a aristocracia.

Ouvindo: Ladytron, Seventeen (clássico maior desse início de século/década)

Continuo no meu firme propósito de ler todos os livros de Agatha Christie na ordem cronológica. Terminei dois essa semana: Assassinato na Casa do Pastor e O Mistério de Sittaford. O primeiro é a estréia da personagem Miss Marple e é sensacional. Já havia lido quando tinha uns 15 anos (a maior parte da coleção da Agatha era da minha mãe) e não lembrava nada (felizmente). Personagens excelentes e a aldeia de St. Mary Mead é mostrada de forma sensacional.

O Mistério de Sittaford é um livro menor. Não é ruim, mas as coincidências são um tanto forçadas. Ainda assim, tem momentos ótimos. Mais uma vez chegou a vez de um livro que não tenho (A Casa do Penhasco), que começarei a procurar em sebos.

Christie nasceu no mesmo dia que eu e, assim como eu (guardadas as devidas e terríveis proporções, claro), gostava mais de pensar na idéia e plot dos livros do que de escrever propriamente (que ela chamava de “a parte chata”). Não sou tão radical, mas entendo o que ela quer dizer. Os planos são infinitamente mais divertidos que as execuções.

Mas isso tudo é pra dizer como, na minha opinião, o diálogo se tornou uma arte perdida. As pessoas falam muito mal hoje em dia. Não que devessem falar de forma pomposa (ficaria ainda pior), mas um pouco mais de “witty” não faria mal, eh, eh.

Preciso me decidir entre o anarquismo e a aristocracia.

Ouvindo: Ladytron, Seventeen (clássico maior desse início de século/década)

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