RIP Kurt Vonnegut

De Vonnegut eu li apenas O Mundo Louco (estranhíssima FC) e os relatos de Dresden (até mesmo para poder escrever este conto de Jason Blood para o Hyperfan) e sempre admirei o sujeito. Como sincronicidade quântica pouca é incerteza, justamente hoje de manhã, em uma banca de jornais no quarteirão do meu trabalho, estava conferindo uma edição de bolso de Café-da-Manhã dos Campeões (Breakfast of Champions), que Vonnegut escreveu em 1973 e foi imediato best-seller. Chego em casa e descubro que ele faleceu exatamente hoje.

Todo mundo relevante tá indo, né? O restolho tem ficado. Uma pena.

De Vonnegut eu li apenas O Mundo Louco (estranhíssima FC) e os relatos de Dresden (até mesmo para poder escrever este conto de Jason Blood para o Hyperfan) e sempre admirei o sujeito. Como sincronicidade quântica pouca é incerteza, justamente hoje de manhã, em uma banca de jornais no quarteirão do meu trabalho, estava conferindo uma edição de bolso de Café-da-Manhã dos Campeões (Breakfast of Champions), que Vonnegut escreveu em 1973 e foi imediato best-seller. Chego em casa e descubro que ele faleceu exatamente hoje.

Todo mundo relevante tá indo, né? O restolho tem ficado. Uma pena.

2 pensamentos em “RIP Kurt Vonnegut”

  1. Sobre o fim do teu conto: as cidades queimadas continuam não sendo mostradas, ainda hoje. Isso é básico na cultura americana: os bonzinhos nunca aparecem matando. O He Man joga o Esqueleto num pântano a quilometros mas não o soca (como se uma queda não matasse).

    Prefiro os mangánimês onde os herois matam. Às vezes sem querer, mas o fazem porque é preciso ou é o seu dever. Mas a morte é assumida como parte da batalha, não varrida pra baixo do tapete.

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