Acidente do Columbia

O ôninus espacial Columbia se desintegrou neste sábado (ontem, 1 de fevereiro) ao tentar aterrissar e se fez em pedaços na região central do Texas. Sete astronautas estavam a bordo. O ônibus, sem diminuir a velocidade, se desfez quando passava sobre a curiosamente chamada cidade de Palestine, Texas, a caminho do Centro Espacial Kennedy, na Florida. O acidente aconteceu quando a espaçonave estava a vinte quilômetros do solo. Restos humanos do que se acredita ser um dos astronautas mortos foram encontrados em uma clareira no Texas e um patch chamuscado com o logotipo da NASA e um capacete de vôo foram achados em uma estrada rural em Hemphill, a leste de Nacogdoches, também no Texas.
A Columbia entrou na atmosfera a uma velocidade 18 vezes superior à do som e se desintegrou na manhã de sábado, 15 minutos após preparar com o comando de solo sua aterrissagem na Florida. Entre os tripulantes estava o primeiro astronauta israelense, Ilan Ramon. Autoridades locais e agentes do FBI avisaram que ninguém deve se aproximar caso encontre destroços, porque estes poderiam estar seriamente contaminados pelo combustível do veículo. Testemunhas no Texas reportaram ter visto destroços caírem do céu, seguidos por uma série de trovoadas. “Quando a gente chegou perto, podia ver que tinha pedaços de algo caindo na Terra, e então um barulho que reverberou por vários minutos, como vários trovões ao mesmo tempo”, disse Linda Steed, que mora na região. Acredita-se que destroços tenham caído em outros estados, como Louisiana, Arkansas, Arizona e Novo México. O motivo da nave ter se desintegrado ainda não foi esclarecido, mas acredita-se que tenha sido uma espécie de superaquecimento. O incidente aconteceu quase na mesma data em que a explosão da Challenger (28 de janeiro de 1986).
(Dados extraídos do site da CNN).

O ôninus espacial Columbia se desintegrou neste sábado (ontem, 1 de fevereiro) ao tentar aterrissar e se fez em pedaços na região central do Texas. Sete astronautas estavam a bordo. O ônibus, sem diminuir a velocidade, se desfez quando passava sobre a curiosamente chamada cidade de Palestine, Texas, a caminho do Centro Espacial Kennedy, na Florida. O acidente aconteceu quando a espaçonave estava a vinte quilômetros do solo. Restos humanos do que se acredita ser um dos astronautas mortos foram encontrados em uma clareira no Texas e um patch chamuscado com o logotipo da NASA e um capacete de vôo foram achados em uma estrada rural em Hemphill, a leste de Nacogdoches, também no Texas.
A Columbia entrou na atmosfera a uma velocidade 18 vezes superior à do som e se desintegrou na manhã de sábado, 15 minutos após preparar com o comando de solo sua aterrissagem na Florida. Entre os tripulantes estava o primeiro astronauta israelense, Ilan Ramon. Autoridades locais e agentes do FBI avisaram que ninguém deve se aproximar caso encontre destroços, porque estes poderiam estar seriamente contaminados pelo combustível do veículo. Testemunhas no Texas reportaram ter visto destroços caírem do céu, seguidos por uma série de trovoadas. “Quando a gente chegou perto, podia ver que tinha pedaços de algo caindo na Terra, e então um barulho que reverberou por vários minutos, como vários trovões ao mesmo tempo”, disse Linda Steed, que mora na região. Acredita-se que destroços tenham caído em outros estados, como Louisiana, Arkansas, Arizona e Novo México. O motivo da nave ter se desintegrado ainda não foi esclarecido, mas acredita-se que tenha sido uma espécie de superaquecimento. O incidente aconteceu quase na mesma data em que a explosão da Challenger (28 de janeiro de 1986).
(Dados extraídos do site da CNN).

Quem me chamou a atenção para isso foi o Lúcio Jorge Manfredi: amanhã, quarta-feira, acontecerá por apenas um minuto um evento raríssimo, que ocorreu pela última vez há mais de mil anos (e que nunca mais voltará a acontecer!). Logo depois das oito horas da noite, a data universal tomará a forma de um palíndromo perfeito:

20 horas e 02 minutos do dia 20 de fevereiro do ano 2002.

Dá para visualizar melhor em marcação digital:

20:02 20/02 2002

A última vez em que aconteceu um registro com simetria numérica tão perfeita e extensa foi às 10:01 do dia 10 de janeiro de 1001, quando com certeza não existiam relógios digitais (não sei se o palíndromo da marcação temporal foi percebido naquela época). E o mais curioso é que isso nunca voltará a acontecer, a não ser que em 30 de março de 3003 tenhamos a hora 30.

Comemorem amanhã, durante um minuto, a simetria perfeita! 

Essa é realmente muito estranha.

A sonda espacial Pioneer 10, lançada há trinta anos, está sofrendo a influência de uma força bizarra que ameaça reescrever as leis da Física. Após tirar as primeiras fotografias de Júpiter, a Pioneer 10 ultrapassou os limites de nosso sistema solar em 1983. Agora, anos depois e para espanto dos cientistas da NASA, ela está sendo puxada por uma força desconhecida. A influência misteriosa não apresenta sinais de enfraquecimento e tudo indica que a sonda, acidentalmente, revelou uma nova força da natureza. O DR. Phillip Laing, membro do grupo de pesquisadores que tem rastreado a sonda viajante, garante que todas as teorias e hipóteses conhecidas já foram aplicadas ao fenômeno, sem nenhum sucesso. A Pioneer 10 foi lançada em 2 de março de 1972 e, juntamente com a Pioneer 11, revolucionou a astronomia com imagens detalhadas de Júpiter e Saturno. Em junho de 1983, a Pioneer 10 ultrapassou Plutão, o mais distante planeta do sistema solar. As duas sondas viajam agora a uma velocidade de 43 mil quilômetros por hora em direção às estrelas. As últimas pesquisas mostram que essa velocidade está decrescendo, como se a sonda estivesse sendo puxada, em uma ordem de 10 Km/h a cada século (uma força dez bilhões de vezes mais fraca que a da gravidade).

Os cientistas continuam monitorando os sinais da Pioneer 10, que se encontra atualmente a mais de 11 bilhões de quilômetros da Terra. Defeitos na sonda, resistência provocada por gases e o empuxo gravitacional de astros próximos são algumas das hipóteses já plenamente descartadas. Curiosamente, o mesmo efeito (com uma desaceleração de ordem idêntica) está sendo observado nas sondas Galileo e Ulysses, que ainda estão no nosso sistema solar. Uma força de tal magnitude, em escala cósmica, seria um elemento de grande influência na trajetória dos cometas, por exemplo, e até mesmo na vida terrestre. Uma hipótese que está sendo estudada agora leva a crer que o “empuxo” seria uma característica desconhecida da força gravitacional universal (o que exigiria mudanças nas leis da Física e nos conhecimentos de cosmologia e navegação espacial). Até 1988, a Pioneer 10 era o artefato de fabricação humana a maior distância da Terra (característica hoje apresentada pela Voyager 1, que está mais longe). A Pioneer 10 carrega uma placa de ouro e alumínio com desenhos de um homem e uma mulher, além de um mapa indicando seu ponto de origem no universo, o que a NASA chama de “mensagem na garrafa cósmica”.