October 31, 2017 at 06:19PM

Não sei quem inventou essa história de todo mundo de uma empresa trabalhar num andar aberto, numa enorme sala. Mas essa pessoa vai pro inferno.

October 29, 2017 at 04:19PM

“Nothing like iPhone Day, when capitalism reminds citizens of their dues by forcing them to stay up all night and compete to give Apple $1k”
— @jjvincent

October 26, 2017 at 02:27AM

Um nazista, um estuprador e um ladrão entram num bar. O barman olha para eles e fala: – O que vai querer, presidente Trump?

October 16, 2017 at 10:21PM

É engraçado que os conservadores brasileiros parecem estar agindo como os macarthistas americanos dos anos 50. Estão com um medo anticomunista irreal, enxergando perigo vermelho numa sociedade onde não existem comunistas. Ou seja, demoraram mais de 60 anos para reagir ao macarthismo.
Isso me faz pensar: se as reações do brasileiro aos acontecimentos externos forem mesmo sempre tão lentas, então o golpe militar de 64 não foi um reflexo do anticomunismo cinquentista, mas sim um pavor motivado pela Revolução Russa lá de 1917 ainda. Por essa lógica, a esquerda brasileira só vai fazer a autocrítica que levou à queda do Muro de Berlim em 2040.

October 04, 2017 at 12:28AM

Já passou da hora de usar o Deuteronômio como papel higiênico.

September 11, 2017 at 06:40PM

Que saco ver esquerda, artistas e simpatizantes se pautarem sempre de forma apenas reativa ao que a direita faz. Vamos passar a agir ao invés de ficar pagando de marionete do nêmesis?

August 31, 2017 at 04:02AM

Amigo jornalista: prefiro que você repita “Google” 53 vezes na matéria do que usar coisas como “afirma a gigante de buscas”.

August 31, 2017 at 02:40AM

Encontrei isso em jornalismo, o que era esperado por ser um mundo careta e onde se luta por migalhas. Mas é muito bizarro ver isso também em música alternativa, sound art, literatura, quadrinhos. Gente que deveria conhecer melhor o mundo ao invés de repetir os mesmos dioramas toscos dos anos 50, os mesmos critérios imaginários do que é o modo “certo” ou “errado” de fazer as coisas. Diabos, marqueteiros mais ou menos medíocres conseguiram arrancar dinheiro de loucos como John Lydon, Kurt Cobain, Jim Morrison, Iggy Pop, Crumb, Pazienza, Cassavetes, etc. Aqui no Brasil esperam que todo mundo, não importa a posição política/ética/estética se enquadre no mesmo modus operandi de uma Barbara Cartland, uma (insira aqui o nome da autora de 50 Tons de Cinza), um Coldplay. Rolo compressor unificador, para disfarçar a falta de talento de quem deveria pensar em como ganhar dinheiro com os malucos. Dica: não vai ser colocando o maluco redondo num buraco quadrado.

August 31, 2017 at 02:32AM

Todos os meus heróis são liabilities.

August 24, 2017 at 12:35PM

Cada vez mais me parece certo que o destino do Rio é virar uma Detroit: uma cidade abandonada, apocalíptica e desintegrada, sem rumo.