Saturday, April 26, 2003 at 12:39 PM

Use uma ovelha para impedir que o esperma divino atinja Maria e gere o Messias:
http://www.flashfurnier.de/files/cum_g.html

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Gabriel Knight

A série Gabriel Knight, criada pela expert em programação e escritora Jane Jensen, é com certeza a melhor linha de jogos do estilo adventure que existe. Gabriel Knight – Sins of the Fathers, de 1993, usa a interface de apontar e clicar com o mouse de forma genial para contar uma intrigante e tensa história sobre a cena vodu em New Orleans. Gabriel Knight 2 – The Beast Within (criado em FMV – Full Motion Video) é a única experiência em games com atores de carne e osso que deu certo e ainda conta uma trama assustadora de lobisomens e conspirações políticas em plena Floresta Negra alemã. O terceiro e último até o momento, Gabriel Knight 3 – Blood of the Sacred, Blood of the Damned, mistura templários, o mistério da igreja de Rennes-le-Chateau, vampiros e o cadáver de Jesus Cristo (com um final que deixou os executivos da Sierra, que distribui o game, de orelhas medrosas em pé). De quebra, este terceiro episódio ainda apresentou ao mundo uma excelente interface para adventures em 3D, o G-Engine, quebrando o tabu de que adventures renderizados são invariavelmente injogáveis.
Como o adventure é, infelizmente, um gênero que caminha cada vez mais para perto do dodô, existe na Internet uma petição para convencer a Sierra a lançar Gabriel Knight 4. Afinal, uma trilogia em que cada episódio ganhou diversos prêmios de “Game of the Year” não pode acabar no limbo. Façam um favor a mim, ao mundo e ao bem-estar dos games e participem desse abaixo-assinado. É só ir aqui e pedir Gabriel Knight 4. A ficção interativa agradece.

O talismã e a adaga de
schattenjäger (caçador
de sombras) de Gabriel Knight:
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A série Gabriel Knight, criada pela expert em programação e escritora Jane Jensen, é com certeza a melhor linha de jogos do estilo adventure que existe. Gabriel Knight – Sins of the Fathers, de 1993, usa a interface de apontar e clicar com o mouse de forma genial para contar uma intrigante e tensa história sobre a cena vodu em New Orleans. Gabriel Knight 2 – The Beast Within (criado em FMV – Full Motion Video) é a única experiência em games com atores de carne e osso que deu certo e ainda conta uma trama assustadora de lobisomens e conspirações políticas em plena Floresta Negra alemã. O terceiro e último até o momento, Gabriel Knight 3 – Blood of the Sacred, Blood of the Damned, mistura templários, o mistério da igreja de Rennes-le-Chateau, vampiros e o cadáver de Jesus Cristo (com um final que deixou os executivos da Sierra, que distribui o game, de orelhas medrosas em pé). De quebra, este terceiro episódio ainda apresentou ao mundo uma excelente interface para adventures em 3D, o G-Engine, quebrando o tabu de que adventures renderizados são invariavelmente injogáveis.
Como o adventure é, infelizmente, um gênero que caminha cada vez mais para perto do dodô, existe na Internet uma petição para convencer a Sierra a lançar Gabriel Knight 4. Afinal, uma trilogia em que cada episódio ganhou diversos prêmios de “Game of the Year” não pode acabar no limbo. Façam um favor a mim, ao mundo e ao bem-estar dos games e participem desse abaixo-assinado. É só ir aqui e pedir Gabriel Knight 4. A ficção interativa agradece.

O talismã e a adaga de
schattenjäger (caçador
de sombras) de Gabriel Knight:
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McQueen

A software-house SCI Entertainment comprou os direitos de mídia interativa do filme Cães de Aluguel (Reservoir Dogs), de Quentin Tarantino. A empresa produzirá um game baseado no filme para os consoles Playstation 2 e XBox. Os mesmos caras estão produzindo (para XBox, PS2 e PC) um game baseado no filme The Great Escape, de 1963. Assim como o filme, o jogo será estrelado por Steve McQueen (!!!). A história é a mesma: prisioneiros tentam fugir de um campo de concentração nazista na Segunda Guerra Mundial.

Steve McQueen olha para o seu futuro como um personagem renderizado.
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O que não deixa de ser uma boa desculpa para ouvirmos o magnífico álbum Steve McQueen, do Prefab Sprout.

E, claro, publicarmos uma foto da maravilhosa ex-mulher de McQueen, a primeira e única Ali McGraw:
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A software-house SCI Entertainment comprou os direitos de mídia interativa do filme Cães de Aluguel (Reservoir Dogs), de Quentin Tarantino. A empresa produzirá um game baseado no filme para os consoles Playstation 2 e XBox. Os mesmos caras estão produzindo (para XBox, PS2 e PC) um game baseado no filme The Great Escape, de 1963. Assim como o filme, o jogo será estrelado por Steve McQueen (!!!). A história é a mesma: prisioneiros tentam fugir de um campo de concentração nazista na Segunda Guerra Mundial.

Steve McQueen olha para o seu futuro como um personagem renderizado.
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O que não deixa de ser uma boa desculpa para ouvirmos o magnífico álbum Steve McQueen, do Prefab Sprout.

E, claro, publicarmos uma foto da maravilhosa ex-mulher de McQueen, a primeira e única Ali McGraw:
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Normalmente camp no que se relaciona a design, a Microsoft acertou em cheio (literalmente) em um dos anúncios de TV que fez para o Xbox, seu console de games. Vale a pena dar uma olhada. Pode ser visto em três formatos, MOV, MPG e WMV. Só digo uma coisa: a vida é curta. 

Você espera o sinal abrir, atravessa a rua e, quando chega no meio da faixa de pedestres, como se a capa de Abbey Road tivesse sido criada pelo Tarantino, tira uma Uzi das costas da jaqueta e encosta na cabeça do motorista da picape, aos gritos de “sai do carro”. Ele sai, você toma seu lugar e pisa no acelerador. A partir daí, é um videoclipe tetra-dimensional de crânios explodindo, miolos aprendendo a voar, carros de polícia atrás de você, sinais vermelhos de vergonha. A velha de vestido azul, o traficante de óculos escuros espelhados, a prostituta hiper-horny, o executivo de terno mal-cortado, todos viram upgrade de asfalto sob as rodas da picape. Você deixa a mão direita no volante, estende a esquerda com a Uzi para fora da janela e tabletes de diversão em forma de chumbo e kevlar saltam alegremente para dentro da cabeça, tronco e membros dos pedestres. Liberty City logo está apinhada de carros de polícia. Que não conseguem pegar você. BMWs do FBI. Não conseguem pegar você. Tanques do exército. Não conseguem. Você é o inimigo público número -1, o nêmesis definitivo.

Seria divertido, mas um pouco arriscado fazer isso na vida real. É aí que entra o magnífico Grand Theft Auto 3, a nova e desgraçadamente genial versão do simulador de bandidagem da Rockstar Games. Se os primeiros dois GTA eram legais, este é simplesmente perfeito. GTA 3 é o ano zero dos games eletrônicos, e não sou só eu que digo isso, mas sites respeitados como www.pcgamer.com. GTA 3 é o primeiro da série totalmente em 3D (os dois anteriores tinham um ângulo de visão superior, ou seja, o jogador via tudo de cima, como se voasse sobre a cidade). Dessa vez, nada de estética arcade. A versão renderizada de Liberty City, a cidade “onde o único palavrão é ‘esperança'”, tem nada menos que 40 quilômetros virtuais para ser explorada (e não estou usando uma figura de linguagem com essa palavra). Pela primeira vez na história dos games, é possível percorrer o mapa inteiro, na direção que o jogador quiser e quando bem entender, sem limitações de plot ou territórios não-renderizados. Perfeito.
E a trilha é fantástica: hip hop, house, techno e ópera (!!) compostos exclusivamente para as estações de rádio dos carros roubados. Nunca foi tão fácil e divertido roubar um carro. E ainda nem falei sobre as maravilhas de andar (mesmo a pé) pela cidade, carregando apenas um taco de beisebol e uma 45. Ou a epifania que é subir no telhado de um prédio e equacionar dezenas de pedestres e alguns coquetéis molotov. Por enquanto, só para Playstation 2, mas em abril sai a versão para PC (que, segundo boatos, deverá ter gráficos melhores que os da versão PS2). Deve ser proibido no Brasil, como os dois primeiros, mas tudo bem. GTA 3 é que nem ácido: se for legalizado, estraga.

Há um ano, quando vi as primeiras telas e li sobre como seria a jogabilidade de GTA3, eu disse que o jogo seria um divisor de águas no mundo dos jogos eletrônicos. Ninguém deu atenção, pra variar. Um ano depois, todas as revistas e sites decentes de reviews se renderam ao game: GTA3 foi o “jogo do ano” em quase todas as listas e certamente impõe novos padrões para os próximos títulos, sejam de que gênero e plataforma forem.