O Rabo da Serpente no Argos 2003

Lembrando que meu conto O Rabo da Serpente está concorrendo ao prêmio Argos deste ano, na categoria Melhor Ficção. Quem quiser ler o conto, que fala sobre viagens no tempo, é só visitar o site da Intempol.

Quem quiser votar no conto para a categoria Melhor Ficção deve mandar um e-mail para o CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica), que organiza o prêmio Argos. O e-mail para o envio do seu voto é clfc@unisys.com.br

Devo lembrar que, pelas regras da premiação, cada eleitor deve votar em PELO MENOS TRÊS candidatos para cada categoria. São duas categorias: Melhor Ficção e Melhor Publicação. Ou seja, seus votos devem agraciar um total de pelo menos seis candidatos (três para Ficção e três para Publicação). Fica assim:

MELHOR FICÇÃO
1º lugar – Conto x, de Fulano de Tal
2º lugar – Conto y, de Beltrano
3º lugar – Conto z, de Sicrano

MELHOR PUBLICAÇÃO
1º lugar – Site x
2º lugar – Revista y
3º lugar – Site z.

Meu conto O Rabo da Serpente concorre na categoria Melhor Ficção. Dois sites para o qual colaboro com frequência também estão concorrendo, na categoria Melhor Publicação: o da Intempol, de Octavio Aragão (onde está O Rabo da Serpente) e o Hyperfan, editado por Otávio Niewinski, para onde escrevo ou escrevi as séries The Clash, Blood, Lobo, Demolidor e a futura Grand Theft Auto.

A lista total de indicados pode ser conferida aqui.
O regulamento da votação pode ser encontrado aqui.
O Rabo da Serpente pode ser lido aqui.
O e-mail para a votação é clfc@unisys.com.br

Agradeço desde já a todos que lerem e votarem no meu querido conto. Lembre-se que, para seu voto ser válido, você precisa votar em pelo menos seis candidatos: três para Ficção (com O Rabo da Serpente em primeiro lugar, claro ; )))) e três para Publicação.

Lembrando que meu conto O Rabo da Serpente está concorrendo ao prêmio Argos deste ano, na categoria Melhor Ficção. Quem quiser ler o conto, que fala sobre viagens no tempo, é só visitar o site da Intempol.

Quem quiser votar no conto para a categoria Melhor Ficção deve mandar um e-mail para o CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica), que organiza o prêmio Argos. O e-mail para o envio do seu voto é clfc@unisys.com.br

Devo lembrar que, pelas regras da premiação, cada eleitor deve votar em PELO MENOS TRÊS candidatos para cada categoria. São duas categorias: Melhor Ficção e Melhor Publicação. Ou seja, seus votos devem agraciar um total de pelo menos seis candidatos (três para Ficção e três para Publicação). Fica assim:

MELHOR FICÇÃO
1º lugar – Conto x, de Fulano de Tal
2º lugar – Conto y, de Beltrano
3º lugar – Conto z, de Sicrano

MELHOR PUBLICAÇÃO
1º lugar – Site x
2º lugar – Revista y
3º lugar – Site z.

Meu conto O Rabo da Serpente concorre na categoria Melhor Ficção. Dois sites para o qual colaboro com frequência também estão concorrendo, na categoria Melhor Publicação: o da Intempol, de Octavio Aragão (onde está O Rabo da Serpente) e o Hyperfan, editado por Otávio Niewinski, para onde escrevo ou escrevi as séries The Clash, Blood, Lobo, Demolidor e a futura Grand Theft Auto.

A lista total de indicados pode ser conferida aqui.
O regulamento da votação pode ser encontrado aqui.
O Rabo da Serpente pode ser lido aqui.
O e-mail para a votação é clfc@unisys.com.br

Agradeço desde já a todos que lerem e votarem no meu querido conto. Lembre-se que, para seu voto ser válido, você precisa votar em pelo menos seis candidatos: três para Ficção (com O Rabo da Serpente em primeiro lugar, claro ; )))) e três para Publicação.

The Clash 6

Está no ar o sexto capítulo da minha série de espionagem The Clash, após um longo hiato. Clash volta a ser mensal de verdade e essa sexta parte conta com a participação especial do Alien (e, pra piorar, sem a Sigourney Weaver por perto). Quem quiser ler pode clicar aqui para ir direto ao Clash 6.

Está no ar o sexto capítulo da minha série de espionagem The Clash, após um longo hiato. Clash volta a ser mensal de verdade e essa sexta parte conta com a participação especial do Alien (e, pra piorar, sem a Sigourney Weaver por perto). Quem quiser ler pode clicar aqui para ir direto ao Clash 6.

Meu Conto no Argos 2003!

O mais surpreendente aconteceu! Meu conto de ficção científica O Rabo da Serpente foi indicado ao Prêmio Argos como melhor obra de ficção de 2002!!!! Isso me pegou totalmente de surpresa. O Argos é concedido anualmente pelo CLFC, que é o Clube de Leitores de Ficção Científica. Esse ano, a disputa será pesada, porque pela primeira vez a votação será aberta a qualquer pessoa, não somente aos membros e sócios do CLFC; e, também pela primeira vez, houve indicações de trabalhos de Portugal, de sci-fi além-tejana. Sem falar que os outros indicados são figuras de nome na FC nacional, já experientes, e eu sou apenas um mané. Por isso, preciso da ajuda de vocês!!!

Quem se animar a ler o conto, pode encontrar O Rabo da Serpente no site da Intempol, aqui neste link.
A fase de votações ainda não teve início, mas o site do CLFC contém a lista de indicados. A votação poderá ser feita por e-mail, telefone ou carta (correio normal); assim que eu souber de mais detalhes, posto aqui.

O mais surpreendente aconteceu! Meu conto de ficção científica O Rabo da Serpente foi indicado ao Prêmio Argos como melhor obra de ficção de 2002!!!! Isso me pegou totalmente de surpresa. O Argos é concedido anualmente pelo CLFC, que é o Clube de Leitores de Ficção Científica. Esse ano, a disputa será pesada, porque pela primeira vez a votação será aberta a qualquer pessoa, não somente aos membros e sócios do CLFC; e, também pela primeira vez, houve indicações de trabalhos de Portugal, de sci-fi além-tejana. Sem falar que os outros indicados são figuras de nome na FC nacional, já experientes, e eu sou apenas um mané. Por isso, preciso da ajuda de vocês!!!

Quem se animar a ler o conto, pode encontrar O Rabo da Serpente no site da Intempol, aqui neste link.
A fase de votações ainda não teve início, mas o site do CLFC contém a lista de indicados. A votação poderá ser feita por e-mail, telefone ou carta (correio normal); assim que eu souber de mais detalhes, posto aqui.

Arquivo de textos do Noam Chomsky:

The Clash – Espionagem

Minha série de espionagem e super-heróis The Clash, que sai no fanfic Hyperfan, voltou a ser publicada mensalmente. A edição mais recente já está no ar e tem lugar no passado de um dos personagens (Jimmy Woo, ex-agente do FBI). Clique aqui para ir para a nova história e depois clique aqui para ler as edições anteriores do The Clash.

Minha série de espionagem e super-heróis The Clash, que sai no fanfic Hyperfan, voltou a ser publicada mensalmente. A edição mais recente já está no ar e tem lugar no passado de um dos personagens (Jimmy Woo, ex-agente do FBI). Clique aqui para ir para a nova história e depois clique aqui para ler as edições anteriores do The Clash.

Wednesday, April 9, 2003 at 12:17 PM

“Seu coração é um alaúde suspenso; quando o toco, ele ressôa”.

“Seu coração é um alaúde suspenso; quando o toco, ele ressôa”.

Douglas Rushkoff

O escritor e cyber-guru Douglas Rushkoff acaba de lançar Nothing Sacred: The Truth About Judaism. O livro se empenha em comparar a religião judaica a um programa “open-source” e reconfigurá-la para o século XXI. Um trecho: “A tradição se empenha em questões como transparência, abertura a questionamentos, assimilação do estrangeiro e comprometimento com a consciência. O Judaísmo é um convite ao questionamento e à mudança. É uma tradição “open-source” – nascida a partir da revolução, comprometida com a evolução e pode passar por uma renascença a qualquer momento. Mas, ironicamente, algumas das próprias instituições criadas para proteger a religião e seu povo agora os estão sufocando”.
Entre as obras de Rushkoff figuram “Coercion – Why We Listen to What ‘They’ Say”, “Playing The Future”, “Ecstasy Club”, “Cyberia”, “Media Virus” e “Stoned Free – How to Get High Without Drugs”, toda importantes para que possamos entender melhor a sociedade atual e sua cultura do espetáculo, o mundo da Web e as inovações sociais provocadas pela tecnologia. Rushkoff é genial e já escreveu um quadrinho, Club Zer0-G, desenhado por Steph Dumais e serializado pela revista californiana BPM, voltada para música eletrônica e a cultura rave.

O escritor e cyber-guru Douglas Rushkoff acaba de lançar Nothing Sacred: The Truth About Judaism. O livro se empenha em comparar a religião judaica a um programa “open-source” e reconfigurá-la para o século XXI. Um trecho: “A tradição se empenha em questões como transparência, abertura a questionamentos, assimilação do estrangeiro e comprometimento com a consciência. O Judaísmo é um convite ao questionamento e à mudança. É uma tradição “open-source” – nascida a partir da revolução, comprometida com a evolução e pode passar por uma renascença a qualquer momento. Mas, ironicamente, algumas das próprias instituições criadas para proteger a religião e seu povo agora os estão sufocando”.
Entre as obras de Rushkoff figuram “Coercion – Why We Listen to What ‘They’ Say”, “Playing The Future”, “Ecstasy Club”, “Cyberia”, “Media Virus” e “Stoned Free – How to Get High Without Drugs”, toda importantes para que possamos entender melhor a sociedade atual e sua cultura do espetáculo, o mundo da Web e as inovações sociais provocadas pela tecnologia. Rushkoff é genial e já escreveu um quadrinho, Club Zer0-G, desenhado por Steph Dumais e serializado pela revista californiana BPM, voltada para música eletrônica e a cultura rave.

Traição? Que Traição?

Descobri que um certo Augusto Laurindo Alves (1903-1976), sob o pseudônimo de Cotinguiba, escreveu / desenhou um cordel chamado Naufrágio dos Navios Brasileiros nas Águas Sergipanas e a Traição de Mandarino. Me tira dessa, o único navio em que já viajei foi a barca Rio-Niterói e não conheço nem engarrafadas as tais águas sergipanas. O treco está em uma compilação de cordéis lançada em 1986.

Descobri que um certo Augusto Laurindo Alves (1903-1976), sob o pseudônimo de Cotinguiba, escreveu / desenhou um cordel chamado Naufrágio dos Navios Brasileiros nas Águas Sergipanas e a Traição de Mandarino. Me tira dessa, o único navio em que já viajei foi a barca Rio-Niterói e não conheço nem engarrafadas as tais águas sergipanas. O treco está em uma compilação de cordéis lançada em 1986.

Le Carre

John Le Carré é o pen name do britânico David Cornwall, autor de romances de espionagem e política internacional que conseguem ser ao mesmo tempo best-sellers e elogiados pela crítica. Entre seus livros, estão Um Espião Perfeito, O Gerente da Noite, Guerra de Espelhos e O Espião Que Saiu do Frio. Um de seus livros, O Alfaiate do Panamá, virou filme recentemente pelas mãos do magnífico diretor inglês John Boorman (Excalibur), com Pierce Brosnan e Jamie Lee Curtis.

John Le Carré é o pen name do britânico David Cornwall, autor de romances de espionagem e política internacional que conseguem ser ao mesmo tempo best-sellers e elogiados pela crítica. Entre seus livros, estão Um Espião Perfeito, O Gerente da Noite, Guerra de Espelhos e O Espião Que Saiu do Frio. Um de seus livros, O Alfaiate do Panamá, virou filme recentemente pelas mãos do magnífico diretor inglês John Boorman (Excalibur), com Pierce Brosnan e Jamie Lee Curtis.

Tem um conto meu no magnífico site da Intempol, a polícia temporal criada por Octavio Aragão. O nome é O Rabo da Serpente e pode ser lido aqui. Mas dêem uma lida nos outros textos para sacar o que é a Intempol. Vale a pena.