2323

O 23 continua me perseguindo.

O 23 continua me perseguindo.

Twenty-three, Skidoo (23 X 23)

Vampiros

A BBC Cult criou um site totalmente dedicado aos vampiros. Vale a visita, tem coisas legais por lá.

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Girafa

Qual é o seu tótem animal? O meu é a girafa (e é mesmo meu animal favorito, junto com os gatos, os gorilas e os golfinhos):

HASH(0x8aa6b70)
Giraffe Spirit Calls To You!
Giraffe’s Wisdom
Includes:
Sees far into the future

Ability to reach things that are unreachable to
others

Communication

Intuition

Ability to remain above the fray

Animal Spirit Guides ~ Which One Calls To You?
brought to you by Quizilla

Qual é o seu tótem animal? O meu é a girafa (e é mesmo meu animal favorito, junto com os gatos, os gorilas e os golfinhos):

HASH(0x8aa6b70)
Giraffe Spirit Calls To You!
Giraffe’s Wisdom
Includes:
Sees far into the future

Ability to reach things that are unreachable to
others

Communication

Intuition

Ability to remain above the fray

Animal Spirit Guides ~ Which One Calls To You?
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Malprg

Meu amigo Lúcio Manfredi atualizou seu excelente blog, O Franco-Atirador. Camus, psicologia arquetípica e xamanismo, sempre no ótimo texto de Frater Manfredius. Suba agora mesmo no telhado, acople a mira telescópica ao seu rifle sniper, escolha uma cabeça e atire francamente.

Meu amigo Lúcio Manfredi atualizou seu excelente blog, O Franco-Atirador. Camus, psicologia arquetípica e xamanismo, sempre no ótimo texto de Frater Manfredius. Suba agora mesmo no telhado, acople a mira telescópica ao seu rifle sniper, escolha uma cabeça e atire francamente.

Deuses

Acredito em deuses muito estranhos. Ganesh, o deus hindu com cabeça de elefante e removedor de obstáculos é um dos meus favoritos. Tenho uma estátua dele aqui no meu quarto, presente de minha amiga mais querida, a fantástica e onipresente N-Lo. A história de Ganesh é linda e me impressiona. O curioso é que ele seria o “correlato” hindu de Mercúrio (ou Hermes, depende se você é romano ou grego), que é o deus do meu planeta, Mercúrio. Várias encruzilhadas.

Deuses são necessários hoje em dia. São parte da maior capacidade criativa do homem, que á criação de histórias, sagas e lendas. Artigos que praticamente precisam ser procurados hoje em dia. Não, isso é injusto. As lendas estão aí, só que em outros lugares. Na Internet, por exemplo. Quais seriam os deuses da Internet? O demônio Nasdak de olhos verdes digitais tela de DOS? Os deuses-Moloch dot-com criados por Neil Gaiman em American Gods (ótimo livro, aliás)? Algo assim – ou não. Merda, esse telefone não para de tocar. Eu odeio atender telefone.

Acredito em deuses muito estranhos. Ganesh, o deus hindu com cabeça de elefante e removedor de obstáculos é um dos meus favoritos. Tenho uma estátua dele aqui no meu quarto, presente de minha amiga mais querida, a fantástica e onipresente N-Lo. A história de Ganesh é linda e me impressiona. O curioso é que ele seria o “correlato” hindu de Mercúrio (ou Hermes, depende se você é romano ou grego), que é o deus do meu planeta, Mercúrio. Várias encruzilhadas.

Deuses são necessários hoje em dia. São parte da maior capacidade criativa do homem, que á criação de histórias, sagas e lendas. Artigos que praticamente precisam ser procurados hoje em dia. Não, isso é injusto. As lendas estão aí, só que em outros lugares. Na Internet, por exemplo. Quais seriam os deuses da Internet? O demônio Nasdak de olhos verdes digitais tela de DOS? Os deuses-Moloch dot-com criados por Neil Gaiman em American Gods (ótimo livro, aliás)? Algo assim – ou não. Merda, esse telefone não para de tocar. Eu odeio atender telefone.

Terceiro Olho

“Ainda há muito trabalho a ser feito para acordar as massas, as mentes de muitas pessoas, para que sejam pensadores novamente – para que usem seu terceiro olho”.

Afrika Bambaataa, um dos inventores do hip hop e do electro e um dos super-heróis deste Void, garante que não vai desistir de elevar a consciência das pessoas ao redor do mundo através do perfect beat.

“Há uma visão da percepção consciente, que é o que nós vemos, e uma visão para a ação, a qual é subconsciente. É por isso que, quando você está dirigindo, por exemplo, você pode sintonizar em outras realidades e continuar dirigindo perfeitamente bem, porque o sistema toma conta”.

Pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica dizem ter provado que o sexto sentido realmente existe, na New Scientist.

“Ainda há muito trabalho a ser feito para acordar as massas, as mentes de muitas pessoas, para que sejam pensadores novamente – para que usem seu terceiro olho”.

Afrika Bambaataa, um dos inventores do hip hop e do electro e um dos super-heróis deste Void, garante que não vai desistir de elevar a consciência das pessoas ao redor do mundo através do perfect beat.

“Há uma visão da percepção consciente, que é o que nós vemos, e uma visão para a ação, a qual é subconsciente. É por isso que, quando você está dirigindo, por exemplo, você pode sintonizar em outras realidades e continuar dirigindo perfeitamente bem, porque o sistema toma conta”.

Pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica dizem ter provado que o sexto sentido realmente existe, na New Scientist.

Iemanjá

E hoje (segunda-feira, dia 2 de fevereiro) é o dia de Iemanjá.

Salve a Rainha do Mar!!

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E hoje (segunda-feira, dia 2 de fevereiro) é o dia de Iemanjá.

Salve a Rainha do Mar!!

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Sun Wu-Kung, o Macaco-Rei

Já que estamos entrando no Ano do Macaco, segue aí a história do Macaco Rei:

Sun Wu-Kung é o nome do Macaco Rei. Sun, seu nome de família, é baseado na palavra chinesa para “macaco”. Wu-Kung significa “peregrino” e lhe foi dado por seu primeiro instrutor, um pregador taoísta. Ele também é conhecido como Charmoso Macaco Rei, Macaco da Mente e Pi Ma-Wen, embora este último seja considerado quase um insulto e seu uso o deixe enraivecido. Sun Wu-Kung é um dos principais personagens do clássico conto “Viagem para o Oeste”, sobre o monge tang Tripitaka e sua jornada para o Céu Ocidental em busca das escrituras sagradas de Buda, a fim de trazê-las de volta para a China.

Sun Wu-Kung nasceu do caos primordial, saindo de um ovo de pedra chocado pelo céu. Ele governou um reino de macacos em uma ilha remota, adotando o nome de Charmoso Macaco Rei. Certo dia, um macaco ancião morreu e o Charmoso Macaco Rei decidiu deixar a ilha para aprender como se tornar imortal.

Ele viajou pelas terras dos humanos e finalmente encontrou uma montanha onde um pregador taoísta o aceitou como discípulo. Macaco demonstrou ser um estudante profícuo em artes marciais, transformações mágicas e dança nas nuvens, uma arte que o permitia percorrer milhares de quilômetros com um só salto. Mas o Charmoso Macaco Rei era desobediente e finalmente foi expulso do local.

Ele voltou para sua ilha, detruiu monstros que haviam resolvido morar por lá e logo voltou seus olhos para o céu, acreditando ser tão poderoso quanto os deuses. Ele adotou o nome de O Grande Sábio, Uno Com o Céu e exigiu que o Imperador de Jade o reconhecesse como tal. Percebendo seu poder, o Imperador de Jade atendeu seu pedido e indicou o Macaco para a posição de Pi Ma-Wen… que significa “limpador dos estábulos”. Macaco ficou agradecido pelo título e alegremente cumpriu suas tarefas até que percebeu que era um trabalho menor e que os outros deuses estavam rindo dele. Enraivecido, ele atacou o céu, roubando e comendo as pêras da imortalidade que estavam reservadas para um festival e consumindo as pílulas da imortalidade preparadas por Lao Tsé.

Macacou voou de volta para sua ilha e estabeleceu defesas contra os deuses que os perseguiam. Durante a batalha, ele e seu exército de macacos várias vezes desfecharam golpes terríveis nas forças celestes. Finalmente, Lao T´se, o Boddhisattva Kuan Shi-Yin e a fa´mília Deveraja conseguiram subjugá-lo. O Imperador de Jade tentou executá-lo, mas a magia do Macaco era forte demais. Ele foi colocado no caldeirão de Lao Tsé para ser exterminado, mas isso apenas o refinou e ele escapou para causar perturbações no céu mais uma vez. Finalmente, o Imperador de Jade pediu que o próprio Buida o ajudasse. Buda respondeu e fez uma aposta com o Macaco. O Macaco perdeu e foi aprisionado sob uma montanha, onde foi atormentado por 500 anos.

Kuan Shi-Yin providenciou sua libertação, indicando o polêmico macaco para ser guarda-costas do santo monge que iria atravessar a China até o Céu Ocidental para recuperar as escrituras do próprio Buda. Isso acabou sendo mais duro que parecia, já que Tripitaka, o monge enviado na missão, havia tido uma vida de virtudes em suas últimas dez encarnações. Isso significava que comer sua carne poderia garantir imortalidade aos monstros, o que tornou o monge constante alvo de ataques de demônios.

Mas a essa altura o Macaco havia adquirido e desenvolvido vastos poderes, o que fazia dele um guarda-costas formidável. Ele sabia realizar 72 transformações e assim conseguia metamorfosear-se em seres do tamanho de uma pulga ou de um imenso gigante. Além disso, cada um de seus pêlos também podia se transformar; assim, arrancando alguns deles e mastigando-os, ele podia produzir um exército de cópias de si mesmo. Ele podia ainda se disfarçar como qualquer criatura que já houvesse encontrado e somente os deuses eram capazes de distingui-lo dos seres originais. Sua visão era excelente e ele conseguia enxergar monstros a 10 mil milhas de distância durante o dia. Ele também possuía uma arma mágica, que havia ganho dos Reis Dragões do oceano. Ele a chamava de seu Bastão de Submissão, uma vara de metal que mudava de forma e que pesava várias toneladas. Ele normalmente a usava atrás de sua orelha, sob a forma e o tamanho de um palito de dentes, mas quando a batalha se aproximava o bastão assumia sua verdadeira forma e ainda podia gerar milhares de cópias.

Em sua forma normal, o Macaco era uma criatura pequena, com feições simiescas e membros fortes. Quando viajava entre os humanos, sua forma e postura se tornavam mais humanóides, mas ele mantinha seu rosto de macaco, o corpo peludo e seu rabo. Após ter sido cozinhado no caldeirão de Lao Tsé, seus olhos viraram diamantes e suas pupilas eram de um vermelho ardente.

Ele teve que vigiar o monge durante quase toda a jornada, tornando-se seu discípulo, ao lado de Chu Pa-Chieh, o Monge Sha e o Cavalo Dragão. Enfrentou vários monstros, alguns deles antigos aliados de seu próprio passado monstruoso. Finalmente, as escrituras foram resgatadas e Sun Wu-Kung se tornou o Buda da Vitória Pela Persistência.

Sun Wu-Kung é às vezes chamado de Sun Hou-Zi ou associado ao deus hindu Hanuman, símbolo da Devoção e do Serviço.

(Texto baseado em verbetes da Encyclopedia Mythica, traduzidos por mim).

Uma imagem de Hanuman:

Já que estamos entrando no Ano do Macaco, segue aí a história do Macaco Rei:

Sun Wu-Kung é o nome do Macaco Rei. Sun, seu nome de família, é baseado na palavra chinesa para “macaco”. Wu-Kung significa “peregrino” e lhe foi dado por seu primeiro instrutor, um pregador taoísta. Ele também é conhecido como Charmoso Macaco Rei, Macaco da Mente e Pi Ma-Wen, embora este último seja considerado quase um insulto e seu uso o deixe enraivecido. Sun Wu-Kung é um dos principais personagens do clássico conto “Viagem para o Oeste”, sobre o monge tang Tripitaka e sua jornada para o Céu Ocidental em busca das escrituras sagradas de Buda, a fim de trazê-las de volta para a China.

Sun Wu-Kung nasceu do caos primordial, saindo de um ovo de pedra chocado pelo céu. Ele governou um reino de macacos em uma ilha remota, adotando o nome de Charmoso Macaco Rei. Certo dia, um macaco ancião morreu e o Charmoso Macaco Rei decidiu deixar a ilha para aprender como se tornar imortal.

Ele viajou pelas terras dos humanos e finalmente encontrou uma montanha onde um pregador taoísta o aceitou como discípulo. Macaco demonstrou ser um estudante profícuo em artes marciais, transformações mágicas e dança nas nuvens, uma arte que o permitia percorrer milhares de quilômetros com um só salto. Mas o Charmoso Macaco Rei era desobediente e finalmente foi expulso do local.

Ele voltou para sua ilha, detruiu monstros que haviam resolvido morar por lá e logo voltou seus olhos para o céu, acreditando ser tão poderoso quanto os deuses. Ele adotou o nome de O Grande Sábio, Uno Com o Céu e exigiu que o Imperador de Jade o reconhecesse como tal. Percebendo seu poder, o Imperador de Jade atendeu seu pedido e indicou o Macaco para a posição de Pi Ma-Wen… que significa “limpador dos estábulos”. Macaco ficou agradecido pelo título e alegremente cumpriu suas tarefas até que percebeu que era um trabalho menor e que os outros deuses estavam rindo dele. Enraivecido, ele atacou o céu, roubando e comendo as pêras da imortalidade que estavam reservadas para um festival e consumindo as pílulas da imortalidade preparadas por Lao Tsé.

Macacou voou de volta para sua ilha e estabeleceu defesas contra os deuses que os perseguiam. Durante a batalha, ele e seu exército de macacos várias vezes desfecharam golpes terríveis nas forças celestes. Finalmente, Lao T´se, o Boddhisattva Kuan Shi-Yin e a fa´mília Deveraja conseguiram subjugá-lo. O Imperador de Jade tentou executá-lo, mas a magia do Macaco era forte demais. Ele foi colocado no caldeirão de Lao Tsé para ser exterminado, mas isso apenas o refinou e ele escapou para causar perturbações no céu mais uma vez. Finalmente, o Imperador de Jade pediu que o próprio Buida o ajudasse. Buda respondeu e fez uma aposta com o Macaco. O Macaco perdeu e foi aprisionado sob uma montanha, onde foi atormentado por 500 anos.

Kuan Shi-Yin providenciou sua libertação, indicando o polêmico macaco para ser guarda-costas do santo monge que iria atravessar a China até o Céu Ocidental para recuperar as escrituras do próprio Buda. Isso acabou sendo mais duro que parecia, já que Tripitaka, o monge enviado na missão, havia tido uma vida de virtudes em suas últimas dez encarnações. Isso significava que comer sua carne poderia garantir imortalidade aos monstros, o que tornou o monge constante alvo de ataques de demônios.

Mas a essa altura o Macaco havia adquirido e desenvolvido vastos poderes, o que fazia dele um guarda-costas formidável. Ele sabia realizar 72 transformações e assim conseguia metamorfosear-se em seres do tamanho de uma pulga ou de um imenso gigante. Além disso, cada um de seus pêlos também podia se transformar; assim, arrancando alguns deles e mastigando-os, ele podia produzir um exército de cópias de si mesmo. Ele podia ainda se disfarçar como qualquer criatura que já houvesse encontrado e somente os deuses eram capazes de distingui-lo dos seres originais. Sua visão era excelente e ele conseguia enxergar monstros a 10 mil milhas de distância durante o dia. Ele também possuía uma arma mágica, que havia ganho dos Reis Dragões do oceano. Ele a chamava de seu Bastão de Submissão, uma vara de metal que mudava de forma e que pesava várias toneladas. Ele normalmente a usava atrás de sua orelha, sob a forma e o tamanho de um palito de dentes, mas quando a batalha se aproximava o bastão assumia sua verdadeira forma e ainda podia gerar milhares de cópias.

Em sua forma normal, o Macaco era uma criatura pequena, com feições simiescas e membros fortes. Quando viajava entre os humanos, sua forma e postura se tornavam mais humanóides, mas ele mantinha seu rosto de macaco, o corpo peludo e seu rabo. Após ter sido cozinhado no caldeirão de Lao Tsé, seus olhos viraram diamantes e suas pupilas eram de um vermelho ardente.

Ele teve que vigiar o monge durante quase toda a jornada, tornando-se seu discípulo, ao lado de Chu Pa-Chieh, o Monge Sha e o Cavalo Dragão. Enfrentou vários monstros, alguns deles antigos aliados de seu próprio passado monstruoso. Finalmente, as escrituras foram resgatadas e Sun Wu-Kung se tornou o Buda da Vitória Pela Persistência.

Sun Wu-Kung é às vezes chamado de Sun Hou-Zi ou associado ao deus hindu Hanuman, símbolo da Devoção e do Serviço.

(Texto baseado em verbetes da Encyclopedia Mythica, traduzidos por mim).

Uma imagem de Hanuman:

Wednesday, August 20, 2003 at 12:46 PM

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