October 10, 2017 at 11:04PM

Futeboring.

October 05, 2017 at 09:22PM

Eu ainda não sei explicar muito bem por quê, mas esse conceito de “economia criativa” me deixa irritado.

August 31, 2017 at 03:38AM

Tem gente que você reencontra e parece que abriu um game save de algum FPS dos anos 90: você não lembra onde parou e nem quais são os controles.

August 31, 2017 at 02:44AM

Quanto mais velho fico, mais punk me sinto. 47 chegando, DIY. A raiva é uma energia.

August 31, 2017 at 02:40AM

Encontrei isso em jornalismo, o que era esperado por ser um mundo careta e onde se luta por migalhas. Mas é muito bizarro ver isso também em música alternativa, sound art, literatura, quadrinhos. Gente que deveria conhecer melhor o mundo ao invés de repetir os mesmos dioramas toscos dos anos 50, os mesmos critérios imaginários do que é o modo “certo” ou “errado” de fazer as coisas. Diabos, marqueteiros mais ou menos medíocres conseguiram arrancar dinheiro de loucos como John Lydon, Kurt Cobain, Jim Morrison, Iggy Pop, Crumb, Pazienza, Cassavetes, etc. Aqui no Brasil esperam que todo mundo, não importa a posição política/ética/estética se enquadre no mesmo modus operandi de uma Barbara Cartland, uma (insira aqui o nome da autora de 50 Tons de Cinza), um Coldplay. Rolo compressor unificador, para disfarçar a falta de talento de quem deveria pensar em como ganhar dinheiro com os malucos. Dica: não vai ser colocando o maluco redondo num buraco quadrado.

July 12, 2017 at 09:21PM

Tô pra ver ainda alguma ação de Julian Assange que não tenha beneficiado muito mais a direita (quando não apenas ela).

June 13, 2017 at 12:45PM

All good books are alike in that they are truer than if they had really happened and after you are finished reading one you will feel that all that happened to you and afterwards it all belongs to you; the good and the bad, the ecstasy, the remorse and sorrow, the people and the places and how the weather was. If you can get so that you can give that to people, then you are a writer.
ERNEST HEMINGWAY

May 18, 2017 at 02:23PM

Você fala mal da Dilma/Lula e os petistas aparecem com uma fúria semelhante a dos Bolsonetes. Mexer com religião é um saco. Galera, vamos fazer essa autocrítica aí e sair da frente que a esquerda quer andar.

May 12, 2017 at 12:20PM

Pessoal, tô vendendo todas minhas revistas Marvel/DC. Se souberem de algum colecionador interessado me avisem 🙂
Coleção completa Marvel e DC da Abril e da RGE.
Mais umas coisas esparsas da EBAL.
É pra abrir espaço. Não quero mais ter revistas, só TPBs.

April 26, 2017 at 12:16PM

Pessoal reclamando de listas: vão à praia e deixem de ser chatos. Botão “unfriend” tá logo ali, ó.
Umberto Eco sobre listas:
The list is the origin of culture. It’s part of the history of art and literature. What does culture want? To make infinity comprehensible. It also wants to create order — not always, but often. And how, as a human being, does one face infinity? How does one attempt to grasp the incomprehensible? Through lists, through catalogs, through collections in museums and through encyclopedias and dictionaries. There is an allure to enumerating how many women Don Giovanni slept with: It was 2,063, at least according to Mozart’s librettist, Lorenzo da Ponte. We also have completely practical lists — the shopping list, the will, the menu — that are also cultural achievements in their own right.
…At first, we think that a list is primitive and typical of very early cultures, which had no exact concept of the universe and were therefore limited to listing the characteristics they could name. But, in cultural history, the list has prevailed over and over again. It is by no means merely an expression of primitive cultures. A very clear image of the universe existed in the Middle Ages, and there were lists. A new worldview based on astronomy predominated in the Renaissance and the Baroque era. And there were lists. And the list is certainly prevalent in the postmodern age. It has an irresistible magic.
…We like lists because we don’t want to die.