Hiketeia

Um ótimo quadrinho que pode ser encontrado nas bancas esse mês é uma edição especial da Mulher-Maravilha, chamado Hiketeia. A edição especial com 100 páginas (a R$ 7,50) mostra uma mulher que pede a ajuda da Mulher-Maravilha usando o conceito que os antigos gregos chamavam de Hiketeia: ajuda e proteção incondicional por parte de um deus ou semi-deus do panteão olímpico. Só que a mesma mulher também é perseguida pelo Batman, que quer que ela pague por crimes que teria cometido. A confusão está formada: a obrigação moral e divina da amazona contra a obsessão soturna do vigilante de Gotham. A revista foi escrita por um dos melhores argumentistas (se não o melhor) que surgiram nos quadrinhos nos anos 90: Greg Rucka. Autor de algumas histórias de Batman e da sensacional série de espionagem Queen & Country, Rucka é oriundo do universo dos romances policiais (já escreveu diversas novelas do gênero e é bem respeitado pela crítica). Os desenhos são do espetacular J. G. Jones, o mesmo que desenhou Marvel Boy, de Grant Morrison (acreditem, a Mulher-Maravilha nunca foi tão bem desenhada). E a capa, que é simplesmente estrondosa, é do Alex Ross, o mesmo que pintou a série Marvels. Dêem uma olhada e me digam se essa capa não dá uma sensação de felicidade:

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Um ótimo quadrinho que pode ser encontrado nas bancas esse mês é uma edição especial da Mulher-Maravilha, chamado Hiketeia. A edição especial com 100 páginas (a R$ 7,50) mostra uma mulher que pede a ajuda da Mulher-Maravilha usando o conceito que os antigos gregos chamavam de Hiketeia: ajuda e proteção incondicional por parte de um deus ou semi-deus do panteão olímpico. Só que a mesma mulher também é perseguida pelo Batman, que quer que ela pague por crimes que teria cometido. A confusão está formada: a obrigação moral e divina da amazona contra a obsessão soturna do vigilante de Gotham. A revista foi escrita por um dos melhores argumentistas (se não o melhor) que surgiram nos quadrinhos nos anos 90: Greg Rucka. Autor de algumas histórias de Batman e da sensacional série de espionagem Queen & Country, Rucka é oriundo do universo dos romances policiais (já escreveu diversas novelas do gênero e é bem respeitado pela crítica). Os desenhos são do espetacular J. G. Jones, o mesmo que desenhou Marvel Boy, de Grant Morrison (acreditem, a Mulher-Maravilha nunca foi tão bem desenhada). E a capa, que é simplesmente estrondosa, é do Alex Ross, o mesmo que pintou a série Marvels. Dêem uma olhada e me digam se essa capa não dá uma sensação de felicidade:

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Sleeper

Você é um agente trabalhando disfarçado, infiltrado em uma organização que é o puro mal. Só que você está TÃO disfarçado que só um cara da sua agência sabe sobre este trabalho. Agora imagine que este cara entrou em um coma profundo. Você não tem saída e nem como voltar atrás. E mais: você não sabe se quer voltar atrás.
Esse é o ponto principal de Sleeper, nova série em quadrinhos escrita pelo excelente Ed Brubaker, o mesmo que escreveu Deadenders e algumas recentes – e melhores – histórias de Batman. O novo título acabou de chegar às lojas americanas pelo selo Eye of the Storm, linha adulta da Wildstorm. “É uma mistura de The Sopranos (série de TV de extremo sucesso nos EUA atualmente) com Donnie Brasco e John Le Carré”, disse Brubaker. “Holden Carver está infiltrado em uma organização há quatro anos e agora a única pessoa que sabe a verdade sobre ele está respirando graças a uma máquina. Subitamente, aquele telefonema que poderia tirá-lo da organização não pode mais ser feito. Todos os caras maus acham que ele é um bandido – e os mocinhos acham a mesma coisa. Ele nem tem como enviar seus relatórios mais, a não ser que o faça anonimamente. Ele não tem como escapar dessa arapuca, então continua galgando os escalões desta organização”, detalha Brubaker. A série tem escassas ligações com o universo Wildstorm e pode ser lida sem que se tenha nenhum conhecimento prévio dos demais quadrinhos da editora. O tal cara em coma, por exemplo, é John Lynch, conhecido dos fãs de GEN 13. Mas as poucas conexões param por aí: Lynch, por exemplo, só aparece em flashbacks. Brubaker, especialista em histórias de crime que misturam um certo tom noir com filmes policiais dos anos 70, sabe do que está falando: além de já ter escrito excelentes quadrinhos do gênero, como Scene of the Crime, ele passou por situações e profissões, digamos, desabonadoras durante sua adolescência e os vinte e poucos anos, como pode ser conferido no quadrinho autobiográfico Lowlife. “Eu sei o que as pessoas podem fazer com as outras quando estão bem no fundo”, diz o escritor.
O artista da série será Sean Phillips, que já desenhou Kid Eternity, Hellblazer e Uncanny X-Men (bem como a própria Scene of the Crime). Mas, claro, uma das preocupações de Brubaker é com o atual estado das coisas no mercado de quadrinhos, ameaçado por vendas cada vez mais diminutas. “Séries como 21Down, que são boas, acessíveis, o tipo de coisa que você veria se fosse um seriado de TV, vendem muito mau. Global Frequency, por exemplo: Warren Ellis nunca escreveu tão bem. O primeiro número de Global Frequency vendeu muito bem (para a época atual) e, já pelo número 5, havia caído para abaixo do limite de 20 mil exemplares. Isso sim é um crime”.
“Parece que tudo que é creator-owned ou novo precisa travar uma batalha para sobreviver no universo dos quadrinhos mainstream. E isso é triste, porque são essas séries que têm a capacidade de atrair um novo público para os quadrinhos”, continua Brubaker. “Eu tava falando com um amigo outro dia que, se Neil Gaiman fosse um iniciante hoje e Sandman tivesse acabado de ser lançado, provavelmente estaria prestes a ser cancelado, vendendo o que Lucifer vende. E com isso não estou diminuindo o talento de Neil, mas pessoalmente acho que Mike Carey é um escritor tão bom quanto ele e ninguém lhe dá atenção. Por quê?”.
Brubaker também não inveja os donos de lojas de quadrinhos: “Eles têm que trabalhar em cima de apostas do que vai ou não vender, em cima de pouca ou nenhuma informação daquele Previews. E se os escolhidos não venderem, bom, terão que comer as revistas. Então a gente acaba tendo um monte de lojas que só vendem por assinatura, o que impede as vendas de crescer. Aposto que 90% dos leitores prefeririam simplesmente encontrar o que eles querem logo ali, na prateleira”. Essa situação é um dos motivos que levaram Brubaker a fazer o mesmo que escritores como Brian Vaughan (Y- The Last Man) e Geoff Johns (Hawkman) já fizeram: satisfação garantida ou seu dinheiro de volta. Sim, o mercado de quadrinhos é tão inacreditavelmente mambembe que o leitor de Sleeper 1 que não gostar da revista poderá devolver seu exemplar e ter sua grana reembolsada. “Desde que meu editor está se arriscando em tentar algo novo, só posso agir da mesma forma. Na esperança de dar uma chance aos leitores e lojistas e porque amo esta série e tenho total fé nela, vou oferecer uma garantia em Sleeper: quem comprar Sleeper 1 e não gostar, poderá me enviar um e-mail (edbrubaker@hotmail.com) e eu mesmo enviarei seus 3 dólares de volta. Se você gosta de seriados como The Sopranos ou Alias e quadrinhos como 100 Bullets ou Alias (a outra Alias), então tente Sleeper, porque é o mesmo estilo”.
Pessoalmente, acho que Brubaker sempre fez um excelente trabalho. E pelo menos está colocando a carteira e o dele na reta. Abaixo vão as capas dos números 1 e 2:

Você é um agente trabalhando disfarçado, infiltrado em uma organização que é o puro mal. Só que você está TÃO disfarçado que só um cara da sua agência sabe sobre este trabalho. Agora imagine que este cara entrou em um coma profundo. Você não tem saída e nem como voltar atrás. E mais: você não sabe se quer voltar atrás.
Esse é o ponto principal de Sleeper, nova série em quadrinhos escrita pelo excelente Ed Brubaker, o mesmo que escreveu Deadenders e algumas recentes – e melhores – histórias de Batman. O novo título acabou de chegar às lojas americanas pelo selo Eye of the Storm, linha adulta da Wildstorm. “É uma mistura de The Sopranos (série de TV de extremo sucesso nos EUA atualmente) com Donnie Brasco e John Le Carré”, disse Brubaker. “Holden Carver está infiltrado em uma organização há quatro anos e agora a única pessoa que sabe a verdade sobre ele está respirando graças a uma máquina. Subitamente, aquele telefonema que poderia tirá-lo da organização não pode mais ser feito. Todos os caras maus acham que ele é um bandido – e os mocinhos acham a mesma coisa. Ele nem tem como enviar seus relatórios mais, a não ser que o faça anonimamente. Ele não tem como escapar dessa arapuca, então continua galgando os escalões desta organização”, detalha Brubaker. A série tem escassas ligações com o universo Wildstorm e pode ser lida sem que se tenha nenhum conhecimento prévio dos demais quadrinhos da editora. O tal cara em coma, por exemplo, é John Lynch, conhecido dos fãs de GEN 13. Mas as poucas conexões param por aí: Lynch, por exemplo, só aparece em flashbacks. Brubaker, especialista em histórias de crime que misturam um certo tom noir com filmes policiais dos anos 70, sabe do que está falando: além de já ter escrito excelentes quadrinhos do gênero, como Scene of the Crime, ele passou por situações e profissões, digamos, desabonadoras durante sua adolescência e os vinte e poucos anos, como pode ser conferido no quadrinho autobiográfico Lowlife. “Eu sei o que as pessoas podem fazer com as outras quando estão bem no fundo”, diz o escritor.
O artista da série será Sean Phillips, que já desenhou Kid Eternity, Hellblazer e Uncanny X-Men (bem como a própria Scene of the Crime). Mas, claro, uma das preocupações de Brubaker é com o atual estado das coisas no mercado de quadrinhos, ameaçado por vendas cada vez mais diminutas. “Séries como 21Down, que são boas, acessíveis, o tipo de coisa que você veria se fosse um seriado de TV, vendem muito mau. Global Frequency, por exemplo: Warren Ellis nunca escreveu tão bem. O primeiro número de Global Frequency vendeu muito bem (para a época atual) e, já pelo número 5, havia caído para abaixo do limite de 20 mil exemplares. Isso sim é um crime”.
“Parece que tudo que é creator-owned ou novo precisa travar uma batalha para sobreviver no universo dos quadrinhos mainstream. E isso é triste, porque são essas séries que têm a capacidade de atrair um novo público para os quadrinhos”, continua Brubaker. “Eu tava falando com um amigo outro dia que, se Neil Gaiman fosse um iniciante hoje e Sandman tivesse acabado de ser lançado, provavelmente estaria prestes a ser cancelado, vendendo o que Lucifer vende. E com isso não estou diminuindo o talento de Neil, mas pessoalmente acho que Mike Carey é um escritor tão bom quanto ele e ninguém lhe dá atenção. Por quê?”.
Brubaker também não inveja os donos de lojas de quadrinhos: “Eles têm que trabalhar em cima de apostas do que vai ou não vender, em cima de pouca ou nenhuma informação daquele Previews. E se os escolhidos não venderem, bom, terão que comer as revistas. Então a gente acaba tendo um monte de lojas que só vendem por assinatura, o que impede as vendas de crescer. Aposto que 90% dos leitores prefeririam simplesmente encontrar o que eles querem logo ali, na prateleira”. Essa situação é um dos motivos que levaram Brubaker a fazer o mesmo que escritores como Brian Vaughan (Y- The Last Man) e Geoff Johns (Hawkman) já fizeram: satisfação garantida ou seu dinheiro de volta. Sim, o mercado de quadrinhos é tão inacreditavelmente mambembe que o leitor de Sleeper 1 que não gostar da revista poderá devolver seu exemplar e ter sua grana reembolsada. “Desde que meu editor está se arriscando em tentar algo novo, só posso agir da mesma forma. Na esperança de dar uma chance aos leitores e lojistas e porque amo esta série e tenho total fé nela, vou oferecer uma garantia em Sleeper: quem comprar Sleeper 1 e não gostar, poderá me enviar um e-mail (edbrubaker@hotmail.com) e eu mesmo enviarei seus 3 dólares de volta. Se você gosta de seriados como The Sopranos ou Alias e quadrinhos como 100 Bullets ou Alias (a outra Alias), então tente Sleeper, porque é o mesmo estilo”.
Pessoalmente, acho que Brubaker sempre fez um excelente trabalho. E pelo menos está colocando a carteira e o dele na reta. Abaixo vão as capas dos números 1 e 2:

Morrison

Nesta última sexta-feira (31 de janeiro) foi o aniversário de meu escritor favorito, o escocês Grant Morrison. Uma boa chance para quem não o conhece visitar seu site. Morrison é o autor de quadrinhos que mesclam cultura pop, surrealismo, colagens a la William Burroughs, magia do Caos e a revolução que não será televisionada. Entre seus trabalhos estão Doom Patrol, Animal Man, The Invisibles, Kill Your Boyfriend, St. Swithin’s Day, Zenith, Skrull Kill Krew, Sebastian O, Flex Mentallo e, atualmente, New X-Men. Também escreveu um livro de contos – Lovely Biscuits – e é um dramaturgo premiado em sua cidade natal, Glasgow.

Nesta última sexta-feira (31 de janeiro) foi o aniversário de meu escritor favorito, o escocês Grant Morrison. Uma boa chance para quem não o conhece visitar seu site. Morrison é o autor de quadrinhos que mesclam cultura pop, surrealismo, colagens a la William Burroughs, magia do Caos e a revolução que não será televisionada. Entre seus trabalhos estão Doom Patrol, Animal Man, The Invisibles, Kill Your Boyfriend, St. Swithin’s Day, Zenith, Skrull Kill Krew, Sebastian O, Flex Mentallo e, atualmente, New X-Men. Também escreveu um livro de contos – Lovely Biscuits – e é um dramaturgo premiado em sua cidade natal, Glasgow.

O que me lembra que New X-Men, de Grant Morrison, está a um preço absurdo nas livrarias. Deixei de comprar e vou esperar pelas edições encadernadas.

Um dos poucos três ou quatro quadrinhos decentes que ainda estão sendo publicados por aqui é Tom Strong, fantasia heróico-aventureira escrita pelo magnífico Alan Moore. Strong é uma homenagem bem legal aos antigos personagens dos pulps dos anos 30 e, em certa medida, também aos quadrinhos da cahamada Era de Prata (os anos 60). Ou seja, felizmente nada irritantemente sombrio e violento como os quadrinhos dos anos 90 costumavam ser. O personagem principal, Tom Strong, é uma espécie de übermen pop, criado pelos pais cientistas para ser o próximo passo na escala evolutiva. O número 3 está nas bancas e tem ótimos desenhos de Chris Sprouse. Um dos raros bons quadrinhos que têm saído por aqui. As outras opções são Dylan Dog e Martin Mystére, dois ótimos fumettis da Bonelli que estão saindo aqui pela Conrad; Lobo, o Looney Tunes Wes Craven da DC, que está saindo pela Brainstore; Banner, minissérie do Hulk desenhada pelo lendário Richard Corben, pela Mythos; e um ou outro álbum da Via Lettera ou Conrad (que lançou um do Hunt Emerson bem legal). Pouquíssimas opções, se comparado ao mercado nacional do final dos anos 80-início dos 90, mas em tempos de crise, tradutores semi-alfabetizados e editores amadores, já é mais do que poderíamos esperar. O resto, só importado. As traduções nacionais, quando não são francamente erradas (como “some say”, traduzido para “um dia” na primeira página do primeiro número de Os Invisíveis), são ridiculamente paulistas e cafonas. Me recuso a ler coisas como “biduzão” em um diálogo. Infelizmente, algumas de minhas séries mais queridas, como Invisibles e Preacher, têm saído por aqui em edições “favelium”, com um texto final em português que não faz o menor sentido, seja gramatical ou literário. Porra, paguem um revisor decente. Uma amiga minha comprou Os Invisíveis por recomendação minha e achou o texto muito ruim. “Não é possível”, pensei. Peguei emprestado as edições dela e vi que, sim, era possível. O texto não fazia o menor sentido. 

Galera, a partir de hoje o Bizarre passará a contar com cinco tiras diárias. Como as strips estão progressivamente desaparecendo dos jornais, resta a Internet. Duas delas são tiras de ficção-científica pop: Astounding Space Thrills e The Crater Kid. Astounding, de Steve Conley, é uma mistura de Matrix e Jetsons, repleta de idéias deliciosamente absurdas. Por sua vez, The Crater Kid, de Marty Baumann, já foi considerada “uma mescla de Jonny Quest e Calvin e Haroldo” e tem merecido elogios de figuras como Jim Steranko. Fecham a seleção a tira de humor Lethargic Lad, sempre sacaneando os nerds (merecidamente) e Doctor Cyborg, que conta com desenhos de Mike Avon Oeming, o mesmo da aclamada série Powers (uma nova aventura de Doctor Cyborg terá início em breve). Finalmente, a quinta tira é The Circle Weave e narra as sagas que acontecem em um mundo de fantasia medieval, com bons desenhos de Indigo Kelleigh. Enfim, tem para gostos bem variados. As tiras estarão sempre aí em cima, imediatamente sobre os meus posts. Serão atualizadas diariamente, por isso fiquem ligados para não perder nenhuma. Quem estiver se sentindo perdido em relação às histórias que já começaram ou aos personagens, é só clicar nos respectivos links para “Archives” e ler os episódios anteriores. E lembrem-se: quadrinhos são a experiência estética pop levada ao máximo das (in)consequências, são divertidos, fazem pensar e curam impotência. Portanto, nada de preguiça: olhem aí para cima e leiam!

Ah, me digam se estão gostando das tiras. 

Parece que o recém-assinado contrato de exclusividade do escritor Warren Ellis com a DC Comics já está rendendo bons frutos. O desenhista Jerry Ordway anunciou em seu site – e Ellis confirmou posteriormente – que a DC e seu selo Wildstorm lançarão um especial chamado Planetary / JLA: Terra Occulta. A publicação terá formato Prestige e sairá provavelmente ainda em 2002. De acordo com Ellis, o especial é apenas um elemento de uma série de eventos que reativarão a série Planetary este ano, já que a revista tem estado no limbo há vários meses. O encontro entre a Liga da Justiça e o grupo de investigadores da cultura pop e da ficção pulp será desenhado por Ordway, mas o artista regular de Planetary, John Cassaday, deverá desenhar o especial Planetary / Batman: Night On Earth. Planetary é uma das melhores séries de quadrinhos do mercado norte-americano atualmente e estes especiais certamente serão muito interessantes, ainda que se passem fora da continuidade regular do título. Nenhuma imagem foi divulgada até agora, mas novidades certamente aparecerão no site de Warren Ellis. Enquanto isso, só nos resta ficar de cabeça para baixo e roer as unhas do pé enquanto Elijah Snow, Jakita Wagner e The Drummer não retornam em seu título próprio (Ellis informou que já escreveu até a edição 18).