Dance Til I Cry

Homens que sabem dançar e têm desenvoltura nas pistas de dança são melhores na cama. Pelo menos é o que afirma o sexólogo inglês Flic Everett, que realizou uma pesquisa para o jornal Daily Mirror com duas mil mulheres. Everett disse que “pessoas com groove, relaxadas e rítmicas, são as melhores amantes, porque sua desenvoltura na pista de dança significa que elas serão criativas, carinhosas e terão consideração pelas parceiras, além de habilidosas e cheias de surpresas em relação ao sexo”.

Meninos tímidos que dançam de frente para a parede são casos perdidos para 62% das mulheres entrevistadas, que garantem que “homens tímidos na pista são tímidos na cama”. Demonstrações a la John Travolta e o hábito de estalar os dedos enquanto dança – ou imitar que está tocando guitarra, a infame “air guitar” – também seriam indícios negativos, desagradando a 2/3 das mulheres. “Estes gastam mais tempo na cama tentando impressionar e preocupados com a aparência do que tentando agradar a você”, disseram. Meses atrás, outra pesquisa semelhante – também em Londres – já havia indicado que as mulheres acham que “um terço dos homens ainda têm muito o que aprender nas pistas de dança”.

Homens que sabem dançar e têm desenvoltura nas pistas de dança são melhores na cama. Pelo menos é o que afirma o sexólogo inglês Flic Everett, que realizou uma pesquisa para o jornal Daily Mirror com duas mil mulheres. Everett disse que “pessoas com groove, relaxadas e rítmicas, são as melhores amantes, porque sua desenvoltura na pista de dança significa que elas serão criativas, carinhosas e terão consideração pelas parceiras, além de habilidosas e cheias de surpresas em relação ao sexo”.

Meninos tímidos que dançam de frente para a parede são casos perdidos para 62% das mulheres entrevistadas, que garantem que “homens tímidos na pista são tímidos na cama”. Demonstrações a la John Travolta e o hábito de estalar os dedos enquanto dança – ou imitar que está tocando guitarra, a infame “air guitar” – também seriam indícios negativos, desagradando a 2/3 das mulheres. “Estes gastam mais tempo na cama tentando impressionar e preocupados com a aparência do que tentando agradar a você”, disseram. Meses atrás, outra pesquisa semelhante – também em Londres – já havia indicado que as mulheres acham que “um terço dos homens ainda têm muito o que aprender nas pistas de dança”.

Colher

MUITO legal a matéria de capa da Super-Interessante deste mês, sobre a trilogia Matrix (em especial o novo Matrix Reloaded).

MUITO legal a matéria de capa da Super-Interessante deste mês, sobre a trilogia Matrix (em especial o novo Matrix Reloaded).

The Sims 2

Parece que, depois de lançar The Sims – Superstar, a software-house Maxis finalmente se tocou que, ao invés de lançar novas e novas coisas para o primeiro The Sims, é melhor aprimorar logo o jogo de uma vez. E anunciou para 2004 o lançamento de The Sims 2, que desde já promete revolucionar o mundo dos games. Pra se ter uma idéia, The Sims 2 terá um novo engine 3D, que permitirá a aproximação das cenas. O jogador estará literalmente dentro da casa do Sim, ao invés da tradicional visão isométrica, de cima. Ou seja, 3D real, finalmente.

Mas as surpresas não param aí: os novos Sims envelhecerão e morrerão. E poderão ter filhos de verdade (ao invés daquele carrinho de bebê eterno do primeiro game). Will Wright, o genial criador das séries The Sims e Sim City, também criou novos algoritmos que simulam o DNA: os filhos dos Sims terão características físicas e de personalidade do pai e da mãe; Sims sedentários ganharão quilinhos com o passar do tempo; Sims que lêem livros ficarão mais inteligentes, etc. Enfim, The Sims 2 promete superar o primeiro game e todos os seus patches. Confira abaixo as primeiras imagens divulgadas:

The Sims 2 é amasso na banheira:

The Sims 2 é porradaria:

The Sims 2 é diversão para você, seus pais, sua avó, suas irmãs e seu primo careca:

Parece que, depois de lançar The Sims – Superstar, a software-house Maxis finalmente se tocou que, ao invés de lançar novas e novas coisas para o primeiro The Sims, é melhor aprimorar logo o jogo de uma vez. E anunciou para 2004 o lançamento de The Sims 2, que desde já promete revolucionar o mundo dos games. Pra se ter uma idéia, The Sims 2 terá um novo engine 3D, que permitirá a aproximação das cenas. O jogador estará literalmente dentro da casa do Sim, ao invés da tradicional visão isométrica, de cima. Ou seja, 3D real, finalmente.

Mas as surpresas não param aí: os novos Sims envelhecerão e morrerão. E poderão ter filhos de verdade (ao invés daquele carrinho de bebê eterno do primeiro game). Will Wright, o genial criador das séries The Sims e Sim City, também criou novos algoritmos que simulam o DNA: os filhos dos Sims terão características físicas e de personalidade do pai e da mãe; Sims sedentários ganharão quilinhos com o passar do tempo; Sims que lêem livros ficarão mais inteligentes, etc. Enfim, The Sims 2 promete superar o primeiro game e todos os seus patches. Confira abaixo as primeiras imagens divulgadas:

The Sims 2 é amasso na banheira:

The Sims 2 é porradaria:

The Sims 2 é diversão para você, seus pais, sua avó, suas irmãs e seu primo careca:

Super-Herói Real

Por falar em fetiche e S/M, surgiu um super-herói na Inglaterra. Um sujeito vestindo máscara marrom e capa tem interrompido assaltos, afugentado hooligans e skinheads, devolvido bolsas às mulheres vítimas de assalto e enfrentado gangues de rua. O sujeito misterioso tem agido na cidade de Tunbridge Wells, a sudeste de Londres. Testemunhas têm se surpreendido com a aparição do mascarado e dito em entrevistas que “deveriam haver mais pessoas com esta índole no mundo”. Leiam mais no site da ABC (a notícia também aparece nos sites da CNN e Reuters).

Por falar em fetiche e S/M, surgiu um super-herói na Inglaterra. Um sujeito vestindo máscara marrom e capa tem interrompido assaltos, afugentado hooligans e skinheads, devolvido bolsas às mulheres vítimas de assalto e enfrentado gangues de rua. O sujeito misterioso tem agido na cidade de Tunbridge Wells, a sudeste de Londres. Testemunhas têm se surpreendido com a aparição do mascarado e dito em entrevistas que “deveriam haver mais pessoas com esta índole no mundo”. Leiam mais no site da ABC (a notícia também aparece nos sites da CNN e Reuters).

Argh

Tá impossível ler os cadernos de cultura brasileiros. No Rio, então, parece que tem que ser mongolóide pra ser crítico de cinema, artes plásticas ou coisa que o valha. No Brasil acontece uma coisa bem estranha, que é a forma das nossas “críticas”. Não só as críticas e resenhas de arte, etc, mas a forma como qualquer coisa é criticada no Brasil: através do clichê. Os argumentos levantados contra ou a favor de qualquer coisa ou pessoa são totalmente lugar comum e isso se reflete nos elogios e alfinetadas dos nossos “críticos”, articulistas e jornalistas em geral. Os elogios são sempre os mesmos, motivados pelas mesmas “qualidades” (devem ler algum manual universal de boas qualidades nas faculdades de jornalismo). E as alfinetadas são sempre as mesmas, pelos mesmos motivos. Deviam oficializar logo a alfinetada ranheta e rasteira como elemento padrão do texto, como o lead. Já vejo até o verbete no Manual de Redação da Folha:

“Alfinetada: Parte do texto – normalmente no final – onde o autor economiza
dinheiro com sessões de psicanálise e enxerga no objeto de sua crítica
todos os seus medos e neuroses, realizando uma troca – em via de mão única
– com o escritor, músico, cineasta, artista plástico, etc – que se torna
obviamente responsável por todas as décadas de frustrações do autor do
artigo. Exemplos: “o trabalho de fulano é raso”; “o filme lida com questões
importantes”; “sicrano não é mais o mesmo” e por aí vai.

Na verdade, as frases querem dizer o seguinte:
O trabalho de fulano é raso porque eu não entendi nada do que ele escreveu,
pintou ou dirigiu;

O filme lida com questões importantes que estão em baila há anos mas sobre
as quais sempre tive preguiça de ler, então a fita me foi muito útil;

Sicrano não é mais o mesmo desde que deixou de pintar quadros sobre pênis
em estado de dormência e aliviava minha angústia por ser impotente; agora
que ele pinta pênis eretos e mulheres de cinta-liga, ele afronta
diretamente todos os traumas que tento encobrir com litros e litros de café
e viagens a Garopaba.

Tá impossível ler os cadernos de cultura brasileiros. No Rio, então, parece que tem que ser mongolóide pra ser crítico de cinema, artes plásticas ou coisa que o valha. No Brasil acontece uma coisa bem estranha, que é a forma das nossas “críticas”. Não só as críticas e resenhas de arte, etc, mas a forma como qualquer coisa é criticada no Brasil: através do clichê. Os argumentos levantados contra ou a favor de qualquer coisa ou pessoa são totalmente lugar comum e isso se reflete nos elogios e alfinetadas dos nossos “críticos”, articulistas e jornalistas em geral. Os elogios são sempre os mesmos, motivados pelas mesmas “qualidades” (devem ler algum manual universal de boas qualidades nas faculdades de jornalismo). E as alfinetadas são sempre as mesmas, pelos mesmos motivos. Deviam oficializar logo a alfinetada ranheta e rasteira como elemento padrão do texto, como o lead. Já vejo até o verbete no Manual de Redação da Folha:

“Alfinetada: Parte do texto – normalmente no final – onde o autor economiza
dinheiro com sessões de psicanálise e enxerga no objeto de sua crítica
todos os seus medos e neuroses, realizando uma troca – em via de mão única
– com o escritor, músico, cineasta, artista plástico, etc – que se torna
obviamente responsável por todas as décadas de frustrações do autor do
artigo. Exemplos: “o trabalho de fulano é raso”; “o filme lida com questões
importantes”; “sicrano não é mais o mesmo” e por aí vai.

Na verdade, as frases querem dizer o seguinte:
O trabalho de fulano é raso porque eu não entendi nada do que ele escreveu,
pintou ou dirigiu;

O filme lida com questões importantes que estão em baila há anos mas sobre
as quais sempre tive preguiça de ler, então a fita me foi muito útil;

Sicrano não é mais o mesmo desde que deixou de pintar quadros sobre pênis
em estado de dormência e aliviava minha angústia por ser impotente; agora
que ele pinta pênis eretos e mulheres de cinta-liga, ele afronta
diretamente todos os traumas que tento encobrir com litros e litros de café
e viagens a Garopaba.

Norman Mailer

Para Norman Mailer, a guerra no Iraque foi uma revolta dos brancos do sexo masculino contra sua crescente “castração” de poder:
“Com sua dominação nos esportes, trabalho e em suas casas ameaçada, Bush achou que os americanos brancos do sexo masculino precisavam saber que ainda eram bons em alguma coisa”.
(De um artigo dele publicado no The Times)

Para Norman Mailer, a guerra no Iraque foi uma revolta dos brancos do sexo masculino contra sua crescente “castração” de poder:
“Com sua dominação nos esportes, trabalho e em suas casas ameaçada, Bush achou que os americanos brancos do sexo masculino precisavam saber que ainda eram bons em alguma coisa”.
(De um artigo dele publicado no The Times)

Como cada país tem o Capitão Aza que merece, vejam esta foto de George W. Bush vestido de Capitão América do Hades. Reparem a expressão, de causar inveja a Alfred E. Neumann.

Image hosted by Photobucket.com

Como cada país tem o Capitão Aza que merece, vejam esta foto de George W. Bush vestido de Capitão América do Hades. Reparem a expressão, de causar inveja a Alfred E. Neumann.

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Morre Wilson Vianna

O ator Wilson Vianna morreu, aos 75 anos, na madrugada desta sexta-feira, de um infarto fulminante. Vianna era o Capitão Aza, a “Xuxa” da minha geração e estava morando no Mato Grosso do Sul com a mulher, o filho e a nora. Em seu programa na extinta TV Tupi, ele passava o que havia de melhor na época: os desenhos “desanimados” da Marvel, o seriado do Batman e muito, muito mais. Saudoso Capitão Aza. Lembro que minha mãe me levou nas gravações de um dos programas. Fiquei no auditório da Tupi durante a gravação (foi uma decepção quando percebi que não passavam os desenhos na hora, só na versão editada para exibição – claro). No final, quando os créditos subiam, o Aza ainda falou sua mensagem final abraçado a este que vos escreve! ; )
O programa do Capitão Aza durou de 1966 a 1979.

Em homenagem ao símbolo da infância em tempos de chumbo, posto aqui a letra do tema oficial do Capitão Aza (que é bizarramente psicodélica):

“Comandando uma astronave e rasgando o céu
Vou pisando em estrelas, constelações
Deixo longe um mundo aflito e a Bomba H
Corpo livre no infinito eu vou
Na estrada do sol
Traço o rumo dos meus passos na solidão
Ganho espaço nas revistas, televisões
Mas os homens se destroem nas guerras
em nome do amor…”

Aza, entre outras coisas, foi quem levou Jô Soares para a TV. Esta e outras histórias podem ser lidas no site oficial do cara, em www.capitaoaza.com.br/

Valeu, Aza!

O ator Wilson Vianna morreu, aos 75 anos, na madrugada desta sexta-feira, de um infarto fulminante. Vianna era o Capitão Aza, a “Xuxa” da minha geração e estava morando no Mato Grosso do Sul com a mulher, o filho e a nora. Em seu programa na extinta TV Tupi, ele passava o que havia de melhor na época: os desenhos “desanimados” da Marvel, o seriado do Batman e muito, muito mais. Saudoso Capitão Aza. Lembro que minha mãe me levou nas gravações de um dos programas. Fiquei no auditório da Tupi durante a gravação (foi uma decepção quando percebi que não passavam os desenhos na hora, só na versão editada para exibição – claro). No final, quando os créditos subiam, o Aza ainda falou sua mensagem final abraçado a este que vos escreve! ; )
O programa do Capitão Aza durou de 1966 a 1979.

Em homenagem ao símbolo da infância em tempos de chumbo, posto aqui a letra do tema oficial do Capitão Aza (que é bizarramente psicodélica):

“Comandando uma astronave e rasgando o céu
Vou pisando em estrelas, constelações
Deixo longe um mundo aflito e a Bomba H
Corpo livre no infinito eu vou
Na estrada do sol
Traço o rumo dos meus passos na solidão
Ganho espaço nas revistas, televisões
Mas os homens se destroem nas guerras
em nome do amor…”

Aza, entre outras coisas, foi quem levou Jô Soares para a TV. Esta e outras histórias podem ser lidas no site oficial do cara, em www.capitaoaza.com.br/

Valeu, Aza!

Hyperpulp: Games

Finalmente coloquei no ar o primeiro texto de não-ficção do Hyperpulp. Quem quiser ler agora, é só clicar aqui ou no link para o Hyperpulp aí no menu à esquerda. Dessa vez eu tento definir os diversos gêneros dos computer games.

Finalmente coloquei no ar o primeiro texto de não-ficção do Hyperpulp. Quem quiser ler agora, é só clicar aqui ou no link para o Hyperpulp aí no menu à esquerda. Dessa vez eu tento definir os diversos gêneros dos computer games.

Meu Conto no Argos 2003!

O mais surpreendente aconteceu! Meu conto de ficção científica O Rabo da Serpente foi indicado ao Prêmio Argos como melhor obra de ficção de 2002!!!! Isso me pegou totalmente de surpresa. O Argos é concedido anualmente pelo CLFC, que é o Clube de Leitores de Ficção Científica. Esse ano, a disputa será pesada, porque pela primeira vez a votação será aberta a qualquer pessoa, não somente aos membros e sócios do CLFC; e, também pela primeira vez, houve indicações de trabalhos de Portugal, de sci-fi além-tejana. Sem falar que os outros indicados são figuras de nome na FC nacional, já experientes, e eu sou apenas um mané. Por isso, preciso da ajuda de vocês!!!

Quem se animar a ler o conto, pode encontrar O Rabo da Serpente no site da Intempol, aqui neste link.
A fase de votações ainda não teve início, mas o site do CLFC contém a lista de indicados. A votação poderá ser feita por e-mail, telefone ou carta (correio normal); assim que eu souber de mais detalhes, posto aqui.

O mais surpreendente aconteceu! Meu conto de ficção científica O Rabo da Serpente foi indicado ao Prêmio Argos como melhor obra de ficção de 2002!!!! Isso me pegou totalmente de surpresa. O Argos é concedido anualmente pelo CLFC, que é o Clube de Leitores de Ficção Científica. Esse ano, a disputa será pesada, porque pela primeira vez a votação será aberta a qualquer pessoa, não somente aos membros e sócios do CLFC; e, também pela primeira vez, houve indicações de trabalhos de Portugal, de sci-fi além-tejana. Sem falar que os outros indicados são figuras de nome na FC nacional, já experientes, e eu sou apenas um mané. Por isso, preciso da ajuda de vocês!!!

Quem se animar a ler o conto, pode encontrar O Rabo da Serpente no site da Intempol, aqui neste link.
A fase de votações ainda não teve início, mas o site do CLFC contém a lista de indicados. A votação poderá ser feita por e-mail, telefone ou carta (correio normal); assim que eu souber de mais detalhes, posto aqui.