September 05, 2017 at 10:52PM

Essa temporada de Twin Peaks despertou em mim a mesma sensação que tive quando terminei de ver Sopranos e, mais tarde, The Wire: como assistir outras séries agora?

September 05, 2017 at 11:55AM

Netflix, essa sétima temporada de Mad Men foi traduzida pelo Google Translator?

September 04, 2017 at 01:26PM

I don’t quite understand about understanding poetry. I experience poems with pleasure: whether I understand them or not I’m not quite sure. I don’t want to read something I already know or which is going to slide down easily: there has to be some crunch, a certain amount of resilience.
– JOHN ASHBERY
Pra mim isso vale não apenas para poesia, mas para arte como um todo: de um quadro de Pollock a um episódio de Twin Peaks.

August 31, 2017 at 10:44PM

: – ) ALL.

August 31, 2017 at 08:34PM

Bienal do Livro: aquele evento na casa do caralho onde uma cidade inteira que nunca lê se reúne para pegar autógrafos de youtubers e comprar álbuns para colorir, livros de autoajuda e coisas religiosas.

August 31, 2017 at 04:02AM

Amigo jornalista: prefiro que você repita “Google” 53 vezes na matéria do que usar coisas como “afirma a gigante de buscas”.

August 31, 2017 at 03:46AM

Juro que tento usar o Duckduckgo de vez em quando, mas sempre que vou lá volto de mãos abanando. E deveriam demitir o webdesigner cego que trabalha lá.

August 31, 2017 at 03:38AM

Tem gente que você reencontra e parece que abriu um game save de algum FPS dos anos 90: você não lembra onde parou e nem quais são os controles.

August 31, 2017 at 02:44AM

Quanto mais velho fico, mais punk me sinto. 47 chegando, DIY. A raiva é uma energia.

August 31, 2017 at 02:40AM

Encontrei isso em jornalismo, o que era esperado por ser um mundo careta e onde se luta por migalhas. Mas é muito bizarro ver isso também em música alternativa, sound art, literatura, quadrinhos. Gente que deveria conhecer melhor o mundo ao invés de repetir os mesmos dioramas toscos dos anos 50, os mesmos critérios imaginários do que é o modo “certo” ou “errado” de fazer as coisas. Diabos, marqueteiros mais ou menos medíocres conseguiram arrancar dinheiro de loucos como John Lydon, Kurt Cobain, Jim Morrison, Iggy Pop, Crumb, Pazienza, Cassavetes, etc. Aqui no Brasil esperam que todo mundo, não importa a posição política/ética/estética se enquadre no mesmo modus operandi de uma Barbara Cartland, uma (insira aqui o nome da autora de 50 Tons de Cinza), um Coldplay. Rolo compressor unificador, para disfarçar a falta de talento de quem deveria pensar em como ganhar dinheiro com os malucos. Dica: não vai ser colocando o maluco redondo num buraco quadrado.