Electro-Punk

E depois da festa Nag Nag, no club Egg, em Londres, outros locais da cidade estão começando a programar noites semanais voltadas para a explosiva e bem-vinda mistura de electro, punk, technopop e rock. Um deles é o 333, que já criou três festas (Fesh, DFR e Lunch) que misturam electro e punk rock. A primeira a estrear é a Fseh, que começa na próxima sexta, dia 27 de junho. No site da 333, a Fesh é anunciada como uma festa que terá “muito electro e disco punk, mas também explorará coisas do rock, drum and bass, breakbeats e mais”. Enfim estão começando a se chatear com aquela história de tocar a mesma coisa a noite toda. Eu adoro dançar house a noite toda, mas pra isso é necessário um DJ muito bom de house, o que não é o caso da maioria (pelo contrário, são uns merdas).
Mesmo quem não se interessa por isso deve visitar o site da 333, em http://www.333mother.com/home.htm. Tem um menu interativo que simula o ambiente de um nightclub que é simplesmente genial.

E depois da festa Nag Nag, no club Egg, em Londres, outros locais da cidade estão começando a programar noites semanais voltadas para a explosiva e bem-vinda mistura de electro, punk, technopop e rock. Um deles é o 333, que já criou três festas (Fesh, DFR e Lunch) que misturam electro e punk rock. A primeira a estrear é a Fseh, que começa na próxima sexta, dia 27 de junho. No site da 333, a Fesh é anunciada como uma festa que terá “muito electro e disco punk, mas também explorará coisas do rock, drum and bass, breakbeats e mais”. Enfim estão começando a se chatear com aquela história de tocar a mesma coisa a noite toda. Eu adoro dançar house a noite toda, mas pra isso é necessário um DJ muito bom de house, o que não é o caso da maioria (pelo contrário, são uns merdas).
Mesmo quem não se interessa por isso deve visitar o site da 333, em http://www.333mother.com/home.htm. Tem um menu interativo que simula o ambiente de um nightclub que é simplesmente genial.

Leiji Matsumoto em Cannes

O desenhista japonês Leiji Matsumoto (criador da clássica série de anime Patrulha Estelar) apresentará nesta edição do Festival de Cannes um curta-metragem de animação feito em parceria com o duo techno francês Daft Punk. O nome do trabalho é Interstella 5555.
(Dados do Omelete, que tem uma imagem do desenho).

O desenhista japonês Leiji Matsumoto (criador da clássica série de anime Patrulha Estelar) apresentará nesta edição do Festival de Cannes um curta-metragem de animação feito em parceria com o duo techno francês Daft Punk. O nome do trabalho é Interstella 5555.
(Dados do Omelete, que tem uma imagem do desenho).

Dance Til I Cry

Homens que sabem dançar e têm desenvoltura nas pistas de dança são melhores na cama. Pelo menos é o que afirma o sexólogo inglês Flic Everett, que realizou uma pesquisa para o jornal Daily Mirror com duas mil mulheres. Everett disse que “pessoas com groove, relaxadas e rítmicas, são as melhores amantes, porque sua desenvoltura na pista de dança significa que elas serão criativas, carinhosas e terão consideração pelas parceiras, além de habilidosas e cheias de surpresas em relação ao sexo”.

Meninos tímidos que dançam de frente para a parede são casos perdidos para 62% das mulheres entrevistadas, que garantem que “homens tímidos na pista são tímidos na cama”. Demonstrações a la John Travolta e o hábito de estalar os dedos enquanto dança – ou imitar que está tocando guitarra, a infame “air guitar” – também seriam indícios negativos, desagradando a 2/3 das mulheres. “Estes gastam mais tempo na cama tentando impressionar e preocupados com a aparência do que tentando agradar a você”, disseram. Meses atrás, outra pesquisa semelhante – também em Londres – já havia indicado que as mulheres acham que “um terço dos homens ainda têm muito o que aprender nas pistas de dança”.

Homens que sabem dançar e têm desenvoltura nas pistas de dança são melhores na cama. Pelo menos é o que afirma o sexólogo inglês Flic Everett, que realizou uma pesquisa para o jornal Daily Mirror com duas mil mulheres. Everett disse que “pessoas com groove, relaxadas e rítmicas, são as melhores amantes, porque sua desenvoltura na pista de dança significa que elas serão criativas, carinhosas e terão consideração pelas parceiras, além de habilidosas e cheias de surpresas em relação ao sexo”.

Meninos tímidos que dançam de frente para a parede são casos perdidos para 62% das mulheres entrevistadas, que garantem que “homens tímidos na pista são tímidos na cama”. Demonstrações a la John Travolta e o hábito de estalar os dedos enquanto dança – ou imitar que está tocando guitarra, a infame “air guitar” – também seriam indícios negativos, desagradando a 2/3 das mulheres. “Estes gastam mais tempo na cama tentando impressionar e preocupados com a aparência do que tentando agradar a você”, disseram. Meses atrás, outra pesquisa semelhante – também em Londres – já havia indicado que as mulheres acham que “um terço dos homens ainda têm muito o que aprender nas pistas de dança”.

Saturday, April 12, 2003 at 12:24 PM

A tal lei anti-raves que deverá ser assinada pelo Bush ameaça a cena eletrônica nos EUA e a vida noturna como um todo. O Congresso americano já aprovou a famigerada lei, que estenderá às casas noturnas, raves e festivais de música a mesma lógica das bocas de crack. Na prática, isso quer dizer que os donos dos estabelecimentos poderão ser punidos se os frequentadores fizerem uso de drogas – mesmo que tenham trabalhado duro para inibir o seu uso. A medida deverá atingir duramente não só as raves e a cena eletrônicas, mas também as casas e festivais de rock, hip hop e country.
A medida acabou sendo aprovada porque um certo senador Joe Biden a embutiu em uma outra lei, a Child Abduction Prevention Act. Com isso, a lei anti-raves pôde ser aprovada sem despertar atenção ou suscitar debates específicos. O negócio é ainda mais draconiano do que eu pensei: pela lei, se apenas uma – basta só uma – pessoa for pega fumando maconha em alguma rave, show ou casa noturna, os organizadores do evento e os donos do estabelecimento podem pegar até 20 anos de cadeia. Sim, é inacreditável: exatamente a mesma lógica que já é aplicada às bocas de fumo que vendem crack por lá. Desnecessário dizer que isso vai inibir completamente a realização de shows e festas.
Enfim, uma medida completamente fascistóide. O governo Bush é claramente o Grande Irmão. Tomara que a Sala 101 não se espraie para fora dos EUA.
Mais informações sobre a meleca aqui.

Ah, e antes que algum mané venha me dizer que isto só interessa aos americanos:
a) Boa parte do que acontece por lá é imitado ridiculamente por cretinos ao redor do mundo (inclusive aqui no Brasil);
b) Isso é um indício e um alerta claro que demonstra até onde a linha dura Bushiana está disposta a ir. E pode se estender para áreas que nos afetarão diretamente, como o comércio exterior.

A tal lei anti-raves que deverá ser assinada pelo Bush ameaça a cena eletrônica nos EUA e a vida noturna como um todo. O Congresso americano já aprovou a famigerada lei, que estenderá às casas noturnas, raves e festivais de música a mesma lógica das bocas de crack. Na prática, isso quer dizer que os donos dos estabelecimentos poderão ser punidos se os frequentadores fizerem uso de drogas – mesmo que tenham trabalhado duro para inibir o seu uso. A medida deverá atingir duramente não só as raves e a cena eletrônicas, mas também as casas e festivais de rock, hip hop e country.
A medida acabou sendo aprovada porque um certo senador Joe Biden a embutiu em uma outra lei, a Child Abduction Prevention Act. Com isso, a lei anti-raves pôde ser aprovada sem despertar atenção ou suscitar debates específicos. O negócio é ainda mais draconiano do que eu pensei: pela lei, se apenas uma – basta só uma – pessoa for pega fumando maconha em alguma rave, show ou casa noturna, os organizadores do evento e os donos do estabelecimento podem pegar até 20 anos de cadeia. Sim, é inacreditável: exatamente a mesma lógica que já é aplicada às bocas de fumo que vendem crack por lá. Desnecessário dizer que isso vai inibir completamente a realização de shows e festas.
Enfim, uma medida completamente fascistóide. O governo Bush é claramente o Grande Irmão. Tomara que a Sala 101 não se espraie para fora dos EUA.
Mais informações sobre a meleca aqui.

Ah, e antes que algum mané venha me dizer que isto só interessa aos americanos:
a) Boa parte do que acontece por lá é imitado ridiculamente por cretinos ao redor do mundo (inclusive aqui no Brasil);
b) Isso é um indício e um alerta claro que demonstra até onde a linha dura Bushiana está disposta a ir. E pode se estender para áreas que nos afetarão diretamente, como o comércio exterior.

Camunjunkies

Ativistas pelos direitos dos animais estão putos com cientistas da Universidade de Cambridge, que escaparam ilesos de um processo criminal movido contra eles por terem drogado camundongos e depois os matado com músicas do Prodigy em altíssimo volume. “É revoltante. Eles deveriam ser condenados por crueldade contra os animais”, disse Wendy Higgins, da União Britânica pela Abolição da Vivissecção. Sete camundongos morreram na experiência. Os cientistas injetaram metanfetamina em 40 camundongos e depois os forçaram a escutar quatro horas de Prodigy a 95 decibéis. Os cientistas receberam apenas uma reprimenda da universidade.
Deviam injetar metanfetamina nesses caras e forçá-los a ouvir, sei lá, Rob Zombie por 48 horas.
(Dados da Lotus).

Ativistas pelos direitos dos animais estão putos com cientistas da Universidade de Cambridge, que escaparam ilesos de um processo criminal movido contra eles por terem drogado camundongos e depois os matado com músicas do Prodigy em altíssimo volume. “É revoltante. Eles deveriam ser condenados por crueldade contra os animais”, disse Wendy Higgins, da União Britânica pela Abolição da Vivissecção. Sete camundongos morreram na experiência. Os cientistas injetaram metanfetamina em 40 camundongos e depois os forçaram a escutar quatro horas de Prodigy a 95 decibéis. Os cientistas receberam apenas uma reprimenda da universidade.
Deviam injetar metanfetamina nesses caras e forçá-los a ouvir, sei lá, Rob Zombie por 48 horas.
(Dados da Lotus).

No Raves Allowed!

O senador Joseph Biden propôs uma lei que proíbe as raves em todos os Estados Unidos. Para o político, as raves seriam “o mesmo que casas de crack”. Se ela for aprovada, os EUA seguirão o caminho da Inglaterra, onde as raves foram proibidas há cerca de dez anos.
E assim a cena eletrônica segue sendo cada vez mais detonada pelos políticos. E o mais curioso é que nada disso chega ao conhecimento do grande público.

O senador Joseph Biden propôs uma lei que proíbe as raves em todos os Estados Unidos. Para o político, as raves seriam “o mesmo que casas de crack”. Se ela for aprovada, os EUA seguirão o caminho da Inglaterra, onde as raves foram proibidas há cerca de dez anos.
E assim a cena eletrônica segue sendo cada vez mais detonada pelos políticos. E o mais curioso é que nada disso chega ao conhecimento do grande público.