Maya Deren

Meshes of the Afternoon:

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A primeira vez que vi algo da Deren foi na Cinemateca do MAM, na mostra de cinema underground que teve lá por 1989/1990. Fiquei impressionado de imediato. Mais tarde li Grant Morrison colocando-a como uma das influências de seu The Invisibles. Meshes of the Afternoon, de 1943, é mais um curta intrigante e influente de Deren e está até depois de amanhã em cartaz no Mubi.

We3 no cinema

E confiram aqui o roteiro escrito pelo próprio Grant Morrison para a possível adaptação de We3 para o cinema. Ainda não li, mas tem gente dizendo que o script é ainda melhor que o quadrinho. Que, claro, é uma das maiores obras-primas na longa lista de obras-primas de Morrison.

E confiram aqui o roteiro escrito pelo próprio Grant Morrison para a possível adaptação de We3 para o cinema. Ainda não li, mas tem gente dizendo que o script é ainda melhor que o quadrinho. Que, claro, é uma das maiores obras-primas na longa lista de obras-primas de Morrison.

Morrison em Hollywood

Grant Morrison esteve recentemente dando uma palestra em Hollywood, na qual falou sobre magia, seu recém-concluído primeiro romance, Pop Mag!c, Alan Moore e outras coisas bizarras.

Grant Morrison esteve recentemente dando uma palestra em Hollywood, na qual falou sobre magia, seu recém-concluído primeiro romance, Pop Mag!c, Alan Moore e outras coisas bizarras.

SuicideGirls > Words > Grant Morrison

Nova entrevista com Grant Morrison no site Suicide Girls. Bem legal, porque ele fala sobre suas leituras e ritmo de trabalho, além de drogas, etc. Aliás, o rol de entrevistas do site é extenso e bem abrangente: vai do picareta do Larry Tee ao comic punk Gary Panther, passando pelo superstar DJ John Digweed e vários, vários outros.

Nova entrevista com Grant Morrison no site Suicide Girls. Bem legal, porque ele fala sobre suas leituras e ritmo de trabalho, além de drogas, etc. Aliás, o rol de entrevistas do site é extenso e bem abrangente: vai do picareta do Larry Tee ao comic punk Gary Panther, passando pelo superstar DJ John Digweed e vários, vários outros.

Morrison

E recomendo a todo mundo que leia esta novíssima entrevista com Grant Morrison, no site PopImage. Oito páginas de perguntas e respostas e mais uma página de introdução simplesmente sensacional.
Entrevistas com o Morrison sempre me deixam alegre e reabastecem meu combustível psíquico.

E recomendo a todo mundo que leia esta novíssima entrevista com Grant Morrison, no site PopImage. Oito páginas de perguntas e respostas e mais uma página de introdução simplesmente sensacional.
Entrevistas com o Morrison sempre me deixam alegre e reabastecem meu combustível psíquico.

Walter Morrison

E infelizmente morreu Walter Morrison, pai do meu escritor favorito, Grant Morrison. Walter morreu aos 79 anos, de câncer. Eu sabia que o pai de Morrison tinha sido um ativista, mas não sabia que ele chegou a ser um pouco conhecido na Escócia. Ele era um ativista comunista e participava de protestos anti-nucleares, chegando a ganhar um prêmio MBE em 1998. Mais detalhes no site do Evening Times.

Realmente uma pena. Além de, ao que parece, ter sido ótima pessoa, sem Walter Morrison não teríamos, claro, Grant Morrison e, consequentemente, coisas maravilhosas como The Invisibles.

E infelizmente morreu Walter Morrison, pai do meu escritor favorito, Grant Morrison. Walter morreu aos 79 anos, de câncer. Eu sabia que o pai de Morrison tinha sido um ativista, mas não sabia que ele chegou a ser um pouco conhecido na Escócia. Ele era um ativista comunista e participava de protestos anti-nucleares, chegando a ganhar um prêmio MBE em 1998. Mais detalhes no site do Evening Times.

Realmente uma pena. Além de, ao que parece, ter sido ótima pessoa, sem Walter Morrison não teríamos, claro, Grant Morrison e, consequentemente, coisas maravilhosas como The Invisibles.

Entrevista com Grant Morrison

Nova e sensacional (uma das melhores que já li) entrevista com Grant Morrison, o padroeiro deste blog, que pode ser lida aqui. O que ele fala sobre quadrinhos, games, viagens, trabalho, Alan Moore, “realismo” e magia é impagável.

Nova e sensacional (uma das melhores que já li) entrevista com Grant Morrison, o padroeiro deste blog, que pode ser lida aqui. O que ele fala sobre quadrinhos, games, viagens, trabalho, Alan Moore, “realismo” e magia é impagável.

Grant Morrison Exclusivo da DC

Meu escritor favorito, o escocês Grant Morrison, acaba de assinar um contrato de exclusividade com a DC Comics. O arranjo foi anunciado neste sábado, segundo dia da San Diego Comic Con, por Karen Berger, a editora-executiva do selo Vertigo. Com isso, a passagem de Morrison pelos textos da revista mensal New X-Men, da concorrente Marvel, será encurtada. Morrison permanece na revista somente até o número 154, daqui a onze meses. De acordo com Morrison, “nos números 150 e 151 acontece a destruição do Universo Marvel. E meu último número, o 154, poderá ser encarado como o fim dos X-Men, se os fãs assim o quiserem”.
Pelo contrato de exclusividade com a DC, Morrison deverá fazer vários trabalhos, tanto para o selo Vertigo como para a DC “normal”. Para a Vertigo, ele fará uma série chamada Vimanarama, desenhada por Phillip Bond, que Morrison descreveu como “uma história de amor islâmica com toques de sci-fi. A série honrará uma das maiores religiões do mundo, de uma forma que ela nunca foi honrada antes”. Para o braço não-adulto da DC, ele deverá escrever uma nova série mensal, desenhada por Frank Quitely (que, com isso, também abandona de vez seu incerto posto de artista oficial de New X-Men).
Me parecem ótimas notícias. A Marvel tem feito tanta merda e tomada tantas decisões erradas e cafonas que merece algo do tipo: perder seu principal argumentista para a concorrente, em caráter de exclusividade. O contrato durará dois anos. Esta e outras notícias bizarras, que não estou com paciência de postar no blog, me fazem crer que a Marvel corre o sério risco de tomar o caminho do dodô, ao menos como editora de revistas.

Meu escritor favorito, o escocês Grant Morrison, acaba de assinar um contrato de exclusividade com a DC Comics. O arranjo foi anunciado neste sábado, segundo dia da San Diego Comic Con, por Karen Berger, a editora-executiva do selo Vertigo. Com isso, a passagem de Morrison pelos textos da revista mensal New X-Men, da concorrente Marvel, será encurtada. Morrison permanece na revista somente até o número 154, daqui a onze meses. De acordo com Morrison, “nos números 150 e 151 acontece a destruição do Universo Marvel. E meu último número, o 154, poderá ser encarado como o fim dos X-Men, se os fãs assim o quiserem”.
Pelo contrato de exclusividade com a DC, Morrison deverá fazer vários trabalhos, tanto para o selo Vertigo como para a DC “normal”. Para a Vertigo, ele fará uma série chamada Vimanarama, desenhada por Phillip Bond, que Morrison descreveu como “uma história de amor islâmica com toques de sci-fi. A série honrará uma das maiores religiões do mundo, de uma forma que ela nunca foi honrada antes”. Para o braço não-adulto da DC, ele deverá escrever uma nova série mensal, desenhada por Frank Quitely (que, com isso, também abandona de vez seu incerto posto de artista oficial de New X-Men).
Me parecem ótimas notícias. A Marvel tem feito tanta merda e tomada tantas decisões erradas e cafonas que merece algo do tipo: perder seu principal argumentista para a concorrente, em caráter de exclusividade. O contrato durará dois anos. Esta e outras notícias bizarras, que não estou com paciência de postar no blog, me fazem crer que a Marvel corre o sério risco de tomar o caminho do dodô, ao menos como editora de revistas.

Anarchy For The Masses

O site Disinfo.Com acaba de lançar o livro “Anarchy for the Masses: Disinformation’s Guide to the Invisibles”. Como diz o nome, é uma obra de referência sobre a série de quadrinhos e foi autorizada pelo autor, Grant Morrison. Mais detalhes na loja do site.

O site Disinfo.Com acaba de lançar o livro “Anarchy for the Masses: Disinformation’s Guide to the Invisibles”. Como diz o nome, é uma obra de referência sobre a série de quadrinhos e foi autorizada pelo autor, Grant Morrison. Mais detalhes na loja do site.

Thursday, March 20, 2003 at 11:40 AM

And if you complain once more
You’ll meet an
ARMY OF ME

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