Voodoo in my blood

Sensacional novo clip do Massive Attack, com participação dos Young Fathers e uma impressionante Rosamund Pike:

Os Young Fathers, claro, são os mesmos do excelente Old Rock’n’Roll:

E, é claro, o clip tem total influência da cena do metrô de Possession, de Zulawski, com a Isabelle Adjani:

Marie adora viajar ouvindo Sunn O)))

Squarespace – A Better Web Awaits

Really dig this new Squarespace ad. Most of the web indeed morphed into a freak “social” show.

Public Enemy – Everything

Esculturas eletromecânicas de som

Tacit

 

 

Lucy McLauchlan e o Beat13 reuniram diversos tipos de detritos urbanos, como fitas VHS e outras traquitanas, e criaram uma instalação na Walsall Art Gallery, na Inglaterra, em dezembro último. O vídeo acima foi feito para retratar este trabalho e a música foi criada usando samples de piano tratados e um rádio quebrado alterado via circuit bending.

Via Wooster Collective.

Primeiro uso de música eletrônica em filme

 

Parece que o primeiro uso (registrado) de música eletrônica em um filme foi em 1932, nesta película dirigida por Berthold Bartosch. Neste L’Idée (A Idéia) foi usado um Ondes Martenot. A trilha foi composta por Arthur Honegger, suíço que sobrepôs aqui os tons etéreos do Martenot a sonoridades jazzísticas mais urbanas.

Via AudioLemon

O Ondes Martenot, inventado em 1928 e similar ao Theremin:

ondes

David Lynch dirige clip de Moby


 

Shot in the Back of The Head, nova música de Moby, tem clip dirigido por Dvid Lynch. A faixa é do próximo álbum de Moby, Wait For Me, e pode ser baixada de graça no site oficial do músico.

Moby e Lynch discutem aqui sua colaboração  nesta animação.

Pac-Man na vida real



O prankster francês Remi Gaillard ataca desta vez de Pac-Man, reproduzindo detalhes insuspeitos do game arcade e arcaico por diversos cenários urbanos da vida “real”. O resultado é hilário e ridiculamente subversivo.

Gaillard é o mesmo que, em dezembro de 2008, levou o sensacional game Super Mario Kart para as ruas de Paris, com os hilários resultados abaixo:

Read a Book

 

Em tempos de analfabetismo funcional e romantização da fama vazia, Read a Book é uma ótima detonada no “hip hop” (sic) atual. Pelo apropriadamente chamado Notarapper, o vídeo é sensacional. Read a book, read a book, read a motherfucking book. Sim, por favor.