I am Legion

Eu sempre adorei a Legião dos Super-Heróis, principalmente as histórias entre os anos 60 e 90 (a fase atual do Mark Waid é meio chata). Mas eles, em momentos como a cena imortalizada abaixo, digamos, não primam pela genialidade:

Eu sempre adorei a Legião dos Super-Heróis, principalmente as histórias entre os anos 60 e 90 (a fase atual do Mark Waid é meio chata). Mas eles, em momentos como a cena imortalizada abaixo, digamos, não primam pela genialidade:

Rifleman

Este site tem umas capas antigas que são hilárias. A melhor delas é essa, do tal do Rifleman:

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Este site tem umas capas antigas que são hilárias. A melhor delas é essa, do tal do Rifleman:

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Capas Bizarras

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Nesta capa comprometedera, um dos mais famosos cowboys da Marvel, Rawhide Kid, mostra que desde os anos 70 já tinha tendências de escorregar no quiabo. Muito antes do incompetente argumentista Ron Zimmerman fazer o pistoleiro sair do armário e se assumir homossexual, na minissérie em quatro partes que a Marvel está publicando atualmente, Kid já dava umas derrapadas. A capa é da revista Rawhide Kid 77, de junho de 1970 e provavelmente é de autoria de Larry Lieber e Jack Kirby. No Brasil, o cowboy era publicado com o nome de Billy Blue. Mas, falando sério, a idéia de transformar um personagem clássico em gay pode realmente funcionar, desde que não seja levada à frente por Ron Zimmerman. A forma que ele encontrou de mostrar que Kid era gay foi metamorfosear o personagem numa figura fútil, fresca, egoísta e afetada. Os anos 70 eram mais inteligentes.

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Nesta capa comprometedera, um dos mais famosos cowboys da Marvel, Rawhide Kid, mostra que desde os anos 70 já tinha tendências de escorregar no quiabo. Muito antes do incompetente argumentista Ron Zimmerman fazer o pistoleiro sair do armário e se assumir homossexual, na minissérie em quatro partes que a Marvel está publicando atualmente, Kid já dava umas derrapadas. A capa é da revista Rawhide Kid 77, de junho de 1970 e provavelmente é de autoria de Larry Lieber e Jack Kirby. No Brasil, o cowboy era publicado com o nome de Billy Blue. Mas, falando sério, a idéia de transformar um personagem clássico em gay pode realmente funcionar, desde que não seja levada à frente por Ron Zimmerman. A forma que ele encontrou de mostrar que Kid era gay foi metamorfosear o personagem numa figura fútil, fresca, egoísta e afetada. Os anos 70 eram mais inteligentes.

Capas Bizarras

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Essa é a capa do número 66 da revista Journey Into Mystery, lançada pela Marvel em março de 1961. Na época, super-heróis ainda não haviam voltado à moda e o mundo era dos monstros. Nesta edição, a Marvel apresentava mais um dos incontáveis monstros que invadiram a Terra nos quadrinhos dos anos 50 e início dos 60: o Hulk.
Meses depois (em novembro de 1961), a Marvel lançaria o primeiro número de Fantastic Four, dando vida ao universo Marvel e deixando os pobres monstrengos no esquecimento. Mas, obviamente, o nome “Hulk” não foi esquecido e batizou, um ano depois, o monstro verde que todos conhecem. O Hulk original que aparece nesta edição acabou voltando, por obra do roteirista Roy Thomas, em 1971, em uma história dos Defensores. Rebatizado como Xemnu, acabou virando um inimigo do Incrível Hulk em histórias dos anos 70. Mas nada pode reescrever a história: esse ursinho de pelúcia cósmico com uma panela na cabeça é e sempre será o primeiro Hulk. A capa, claro, foi desenhada por Jack Kirby.
Ah, toda terça-feira vou postar uma capa bizarra de quadrinhos aqui, seja americano ou brasileiro, de super-heróis, ficção, faroeste ou terror, dos anos 30 a 90. Enfim, qualquer capa vale, desde que seja bizarra. Tenho uma coleção de milhares de quadrinhos com capas implorando para serem escaneadas. Quem sabe volto a dormir à noite sem acordar gritando.

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Essa é a capa do número 66 da revista Journey Into Mystery, lançada pela Marvel em março de 1961. Na época, super-heróis ainda não haviam voltado à moda e o mundo era dos monstros. Nesta edição, a Marvel apresentava mais um dos incontáveis monstros que invadiram a Terra nos quadrinhos dos anos 50 e início dos 60: o Hulk.
Meses depois (em novembro de 1961), a Marvel lançaria o primeiro número de Fantastic Four, dando vida ao universo Marvel e deixando os pobres monstrengos no esquecimento. Mas, obviamente, o nome “Hulk” não foi esquecido e batizou, um ano depois, o monstro verde que todos conhecem. O Hulk original que aparece nesta edição acabou voltando, por obra do roteirista Roy Thomas, em 1971, em uma história dos Defensores. Rebatizado como Xemnu, acabou virando um inimigo do Incrível Hulk em histórias dos anos 70. Mas nada pode reescrever a história: esse ursinho de pelúcia cósmico com uma panela na cabeça é e sempre será o primeiro Hulk. A capa, claro, foi desenhada por Jack Kirby.
Ah, toda terça-feira vou postar uma capa bizarra de quadrinhos aqui, seja americano ou brasileiro, de super-heróis, ficção, faroeste ou terror, dos anos 30 a 90. Enfim, qualquer capa vale, desde que seja bizarra. Tenho uma coleção de milhares de quadrinhos com capas implorando para serem escaneadas. Quem sabe volto a dormir à noite sem acordar gritando.